Clínica Geral

Saiba mais sobre doenças, tratamentos e sintomas

Nutrição

Dicas sobre refeição equilibrada, dietas e benefícios alimentares.

Psicologia

Bem-estar e saúde mental

Em Movimento

Exercícios para relaxamento e condicionamento físico, mexa-se!

Corpo

Dicas e cuidados para a saúde do corpo.

Mostrando postagens com marcador Clínica Geral. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Clínica Geral. Mostrar todas as postagens

Derrame - Acidente Vascular Cerebral



O acidente vascular cerebral (AVC) ou acidente vascular encefálico (AVE), vulgarmente chamado de derrame cerebral, é uma doença causada pela perda rápida de função cerebral, decorrente do entupimento (isquemia) ou rompimento (hemorragia) de vasos sanguíneos localizados no cérebro.  Assim, o sangue deixará de levar nutrientes e oxigênio até as células cerebrais - neurônios - gerando falência destas células com consequentes sequelas ou morte, sendo a rápida chegada no hospital importante para a decisão terapêutica. 
  

Dá-se o nome de AVC isquêmico àquele causado pela obstrução do vaso sanguíneo por um coágulo ou placa de gordura, já o AVC hemorrágico é aquele causado pelo rompimento do vaso sanguíneo com extravasamento de sague, causando hemorragia. Observe a imagem abaixo:

Um estudo internacional elencou os seguintes 10 fatores responsáveis por 90% de todos os riscos de sofrer um AVC. São eles:
1. Hipertensão arterial (pressão alta)
2. Fumar
3. Sedentarismo
4. Obesidade
5. Má alimentação
6. Elevadas taxas de gordura no sangue (colesterolemia)
7. Diabetes
8. Ingestão de álcool
9. Stresse e depressão
10. Problemas cardíacos
A boa notícia é que muitos dos fatores de risco são controláveis, ao fazer escolhas de estilo de vida saudável (Estudo Interstroke/S&L)


Os sinais e sintomas de um AVC são:
- Perda repentina da força muscular e/ou da visão;
- Paralisação ou dificuldade de movimentação dos membros de um mesmo lado do corpo, 
- Tonturas;
- Formigamento num dos lados do corpo;
- Alterações da memória.
- Dificuldade na fala ou articulação das palavras 
- Náuseas e vômitos
- Desmaio ou coma



Tratamento
Acidente vascular cerebral (AVC) é uma emergência médica, logo o paciente deve ser encaminhado imediatamente para atendimento hospitalar, onde realizará exames de imagem e receberá suporte medicamentoso que visa diminuir a extensão dos danos.
Em alguns casos, a cirurgia pode ser indicada para retirar o coágulo ou a placa de gordura obstrutiva, aliviar a pressão cerebral ou revascularizar veias ou artérias comprometidas.
Infelizmente, células cerebrais não se regeneram e nem há tratamento que possa recuperá-las. No entanto, existem recursos terapêuticos como a fisioterapia e o tratamento fonoaudiológico capazes de ajudar a restaurar funções, movimentos e fala e, quanto antes começarem a ser aplicados, melhores serão os resultados.


Recomendações Preventivas:
* Controlar a pressão arterial e o nível de açúcar no sangue. Os hipertensos e diabéticos precisam de tratamento e de acompanhamento médico permanente. Pessoas com pressão e glicemia normais raramente têm derrames;
* Realizar exames de colesterol anualmente. Procure manter abaixo de 200 o índice do colesterol total. Às vezes, só se consegue esse equilíbrio com medicamentos. Não os tome nem deixe de tomá-los por conta própria. Ouça sempre a orientação de um médico!
* Adote uma dieta equilibrada, reduzindo a quantidade de açúcar, gordura, sal e bebidas alcoólicas;
* Não fume. Está provado que o cigarro é um fator de alto risco para acidentes vasculares;
* Estabeleça um programa regular de exercícios físicos. Faça caminhadas de 30 minutos diariamente;
* Informe seu médico se em sua família houver casos doenças cardíacas e neurológicas como o AVC;
* Procure distrair-se para reduzir o nível de estresse. Encontre os amigos, participe de atividades culturais, comunitárias, etc.


No vídeo abaixo, confira os Primeiros Socorros para uma pessoa vítima de AVC.



Fonte:
Revista Saúde e Lar - Adaptado.
Site Dr. Drauzio Varela - http://drauziovarella.com.br


Medicamentos Gratuitos


O programa "Saúde Não Tem Preço", que tornou gratuita a distribuição de 14 medicamentos para diabetes, hipertensão e asma no país. A gratuidade impulsionou também a retirada de outros itens ofertados com até 90% de desconto pelo Ministério da Saúde no Farmácia Popular – programa pelo qual são oferecidos, ao todo, 113 itens nas farmácias próprias e 25 nas drogarias conveniadas. A média mensal de pessoas atendidas mais que quadruplicou no Farmácia Popular. 
O Farmácia Popular é um complemento ao programa de assistência farmacêutica do Ministério da Saúde, que disponibiliza 810 medicamentos gratuitos aos brasileiros. Com o Farmácia Popular, o governo ampliou os pontos de retirada de medicamentos e o horário de atendimento aos usuários, que agora podem ter acesso a medicamentos em farmácias perto de casa.
A gratuidade dos medicamentos também atraiu mais farmácias para participarem do programa Farmácia Popular. O número de farmácias da rede própria e drogarias conveniadas cresceu de 15 mil em janeiro de 2011 para 25,7 mil em janeiro de 2013. Atualmente, o programa está presente em 3.773 municípios brasileiros, dos quais 1.278 são considerados de extrema pobreza. Em 2011, estava presente em 2,5 mil municípios.
Para retirar os medicamentos, basta apresentar o documento de identidade, CPF e receita médica dentro do prazo de validade. A receita pode ser emitida tanto por um profissional do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto por um por médico que atende em hospitais ou clínicas privados.

Assista o vídeo de divulgação promovido pelo Ministério da Saúde: 



É tempo de Saúde: 

Infecção Urinária


O que é infecção urinária?
Ela é caracterizada pela a presença de micro-organismos na urina. O líquido que enche a bexiga é estéril - ou seja, livre de bactérias. Mas, quando esses bichinhos se multiplicam ao redor da uretra, canal por onde passa a urina, e conseguem se infiltrar neste canal da urina até chegar à bexiga, desencadeiam uma infecção.

Existem tipos diferentes? Sim. O mais comum é a infecção na bexiga, a famosa cistite. Mas os micro-organismos também podem atacar os rins, o que é chamado de pielonefrite.

Quais são os sintomas?
"Os clássicos são dor e ardor na hora de urinar", afirma Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Pode haver também um aumento da frequência de idas ao banheiro, sensação de bexiga cheia, sangramento ou um simples mal-estar acompanhado de febre.

A doença é transmissível?  
Não. Mas é mais comum que ela dê as caras depois de relações sexuais, porque o pH da região fica alterado. Entre mulheres que variam muito de parceiro, a incidência é comprovadamente maior.

Por que esse tipo de infecção é mais frequente em mulheres?
Elas têm o canal da uretra mais curto e, por isso, é mais fácil as bactérias chegarem aonde não devem. Além disso, elas costumam ter o péssimo hábito de segurar a urina por mais tempo que os homens - um prato cheio para as bactérias se proliferarem.

Por que algumas pessoas têm o problema com mais frequência? Isso envolve fatores hereditários e imunológicos. A atenção com a higiene é essencial, mas a infecção pode aparecer mesmo em quem toma todo o cuidado do mundo.

Os homens estão livres da doença? Não é bem assim. É verdade que esse é um problema é típico da população feminina, mas também pode acometer a ala masculina.

Ela é mais frequente em pessoas idosas? Sim. "A resistência diminui com a idade e, no caso das mulheres, há uma queda de hormônios que deixam a região pélvica mais sensível", diz Eduardo Zlotnik, favorecendo a disseminação de bactérias no sistema urinário. 

Existe alguma forma de prevenir? Segundo Zlotnik, a recomendação é beber muita água para que as idas ao banheiro não fiquem muito espaçadas. "Assim você vai limpando o trato urinário", explica. Urinar depois das relações sexuais também ajudam. Entretanto, se você já possuir os sintomas citados, procure o serviço de saúde.



Fonte: Revista Saúde - Adaptado.  

Narguilé: O Perigo Disfarçado.


Uma hora de uso do produto equivale a fumar 100 cigarros. Cachimbo de origem oriental tem quase 300 mil consumidores no país
No Dia Nacional de Combate ao Fumo, 29 de agosto, embora o Brasil tenha motivos para celebrar a redução da prevalência de fumantes nos últimos anos, o uso do narguilé vem chamando a atenção dos profissionais da saúde. De acordo com a Pesquisa Especial sobre Tabagismo (PETab), realizada em 2008 pelo IBGE em parceria com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), já são quase 300 mil consumidores do cachimbo oriental.
E entre estudantes universitários da área de saúde - em pesquisa feita nos municípios de São Paulo, Brasília e Florianópolis - do total das pessoas que declararam consumir com frequência outros produtos de tabaco (além do cigarro industrializado), mais de 55%, declararam fazer uso do narguilé. Em São Paulo, esse percentual chegou a aproximadamente 80%, de acordo com a pesquisa Perfil de Tabagismo em Estudantes Universitários do Brasil (PETuni) coordenada pelo Inca. Em São Paulo e Brasília, a apuração foi feita no ano passado; e em Florianópolis, em 2007. 
“O fato de esses universitários pertencerem à área da saúde preocupa ainda mais, justamente por eles estudarem os malefícios do tabaco para o organismo. O narguilé engana, dando a sensação de que as impurezas do tabaco são filtradas pela água, o que é um equívoco”, diz o diretor-geral do Inca, Luiz Antonio Santini.
Segundo o pneumologista da Divisão de Controle do Tabagismo do instituto, Ricardo Henrique Meirelles, uma sessão de narguilé expõe o fumante à inalação de fumaça por um período muito maior do que quando ele fuma um cigarro. O volume de tragadas do narguilé pode chegar a 1.000 ml em uma sessão de uma hora. Já o volume de tragadas do cigarro alcança 30 a 50 ml entre cinco a sete minutos. “Uma simples sessão de narguilé consiste em uma centena de ciclos de tragada. Podemos afirmar que em uma sessão, o fumante inala uma quantidade de fumaça equivalente ao consumo de 100 cigarros ou mais”, alerta o especialista.

COMPOSIÇÃO - O narguilé é um grande cachimbo composto de um fornilho (onde o fumo é queimado), um recipiente com água perfumada (que o fumo atravessa antes de chegar à boca) e um tubo, por onde a fumaça é aspirada pelas várias pessoas que compartilham uma sessão. “Quando se aspira pelo tubo, o ar aquecido pelo carvão passa pelo tabaco, produzindo a fumaça que desce, passa pela água, onde é resfriada, e segue pelo tubo até ser aspirada pelo fumante e expirada em seguida”, explica o médico.
Como qualquer outro produto derivado do tabaco, o narguilé contém nicotina e as mesmas 4.700 substâncias tóxicas do cigarro convencional. Porém, análises comprovam que sua fumaça contém quantidades superiores de nicotina, monóxido de carbono, metais pesados e substâncias cancerígenas do que na fumaça do cigarro.
Além do tabaco é colocado carvão em brasa. A queima do carvão produz substâncias cancerígenas, entre elas, o monóxido de carbono, potencializando os riscos para seus consumidores.
 “Por desconhecimento dos usuários, a presença da água faz com que se aspire ainda mais a fumaça, dando a impressão de que o organismo fica mais tolerante, o que é errado. Desse modo, a pessoa vai inalando uma quantidade muito maior de toxinas, sem sentir tanto incômodo”, afirma Meirelles.
O narguilé contém aditivos aromáticos, em geral, muito agradáveis, que acabam levando jovens a participar de sessões de fumo desse produto, levando-os a se tornarem dependentes de nicotina, e futuros consumidores de cigarros.
“Os malefícios à saúde causados a quem frequenta ambientes em que o narguilé é consumido, são bem parecidos com os que atingem aos fumantes passivos, que têm mais chances de desenvolver doenças tabaco-relacionadas como câncer de pulmão e doenças cardíacas. A concentração dessas substâncias no organismo tem efeito cumulativo, ou seja, quanto maior o tempo de exposição, maiores serão os danos”, completa.
Além disso, o uso compartilhado do narguilé aumenta o risco de transmissão de doenças pela troca salivar, dentre elas: herpes, hepatite e tuberculose, dentre outras.

Fonte: Ministério da Saúde - Adaptado.

Elimine a Barriga com 10 Atitudes Simples.


Para a maioria das mulheres, o corpo perfeito se resume a um abdômen sequinho. Estar acima do peso nem sempre abala tanto quanto uma barriguinha avantajada. De acordo com a endocrinologista Carolina Mantelli Borges, da Clínica de Especialidades Integrada de São Paulo, controlar o aparecimento da chamada “pochetinha” não é tão difícil quanto parece. Pensando nisso, a médica relacionou 10 ações que, praticadas diária e regularmente, dão suporte à perda de gordura na região da barriga. Ela ensina o que fazer e o que evitar para conquistar o abdômen dos seus sonhos.
1. Evite o consumo exagerado de carboidratos depois das 19 h. O que acontece nesse período é que nosso organismo não estará necessitando de tanta energia quanto durante o dia, e estará preparando-se para dormir. Então o excesso de carboidratos neste período será armazenado e convertido em gordura. Por isso, esqueça aquele lanchinho de bolachas ou bolinhos antes de dormir! Que tal trocar por uma fruta ou um iogurte?
2. Mastigar bem os alimentos facilita a digestão e impede um fluxo maior de sangue, que distende o abdômen e provoca o “efeito estufa”. 
3. O ideal é não ingerir líquidos em excesso durante a refeição. Além de dilatar o estômago, pode interferir na acidez gástrica, que por sua vez irá prejudicar a absorção de nutrientes, vitaminas e minerais, podendo ocorrer má digestão, fermentação e formação de gases. 
4. Coma e faça lanchinhos saudáveis mais vezes durante o dia.  Isso ajuda a diminuir o tamanho das porções de comida que você ingere normalmente, irá lhe dar maior saciedade e irá contribuir para um melhor funcionamento de seu metabolismo. Mastigue bastante e não tenha pressa para engolir. A velocidade com que comemos manda certa quantidade de ar junto com o alimento, o que pode acarretar também no aparecimento da barriguinha.  
5. Acrescente mais fibras ao prato: elas colaboram com a digestão e mantêm sua saciedade e níveis glicêmicos por mais tempo. As verduras e alimentos integrais favorecem o bom funcionamento do intestino. Elas podem ser encontradas nas frutas, hortaliças, granola, aveia, linhaça, entra outros. Mas não exagere na quantidade, podem causar inchaço pela produção de gases e aumento do bolo fecal. Quanto mais fibras, mais água você terá de beber para não ter esse efeito. 
6. Beba bastante água de 30 a 40 minutos antes e depois das refeições. O mínimo de água exigido pelo corpo é de dois litros por dia. Poupe tomar bebidas gaseificadas: elas dilatam a barriga e ainda contribuem para a retenção de líquidos, devido à grande quantidade de sódio em suas formulas, causando inchaço. 
7. Não consuma alimentos muito salgados. Eles provocam retenção de líquido, que dá a aparência de barriga inchada. Fique atenta aos molhos prontos para temperar saladas, sopas de saquinho, refrigerantes, azeitonas e condimentos na comida.
8. Faça exercícios. A corrida é uma ótima aliada no quesito perder circunferência. Ele tonifica os músculos do corpo, libera o stress e aumenta a circulação sanguínea. 
9. Invista nos chás. Alguns deles ajudam na digestão e possuem efeito diurético. Beba pelo menos de três a quatro xícaras por dia. Prefira tomá-los sem açúcar. O chá-verde acelera o metabolismo e ainda auxilia na queima de gordura.
10. Durma em média de seis a oito horas por noite. Ter um bom descanso é essencial para manter a saúde. Se o corpo não tem uma pausa, acaba solicitando mais alimentos para se manter bem. O apetite aumenta juntamente com a ansiedade e acaba criando a necessidade de comidas mais gordurosas.


Fonte: Revista Saúde e Lar - Adaptado.

Mioma Uterino


Os miomas uterinos são tumores sólidos benignos do tecido muscular do útero. Acomete cerca de uma em cada quatro mulheres em idade reprodutiva. Esta doença pode estar associada a um desequilíbrio hormonal, que seria responsável pela proliferação das fibras musculares do útero, sendo o estrogênio o mais relacionado.
O fator genético está diretamente ligado ao desenvolvimento de miomas porque mulheres cujas mães ou irmãs desenvolveram esse tumor apresentam maior risco de também sofrerem com o problema. Somam-se a isso fatores de risco, como gravidez tardia, ingestão regular de bebidas alcoólicas – especialmente cerveja –, quadro de hipertenção e uso de pílulas anticoncepcionais antes dos 16 anos de idade.
Muitas mulheres com mioma uterino são assintomáticas (não sentem a presença da doença). Dessa forma, é comum o problema ser descoberto ocasionalmente, durante algum exame ultrassonográfico – realizado como rotina ou para a investigação de outros problemas. Esse é um dos motivos pelos quais é importante consultar o médico ginecologista periodicamente para realizar os exames de rotina.
Algumas pacientes, por sua vez, apresentam sintomas como: mudanças no ciclo menstrual, hemorragias, dor pélvica, alterações urinárias e intestinais, devido à compressão do útero, bexiga. Nesses casos, os indícios de miomas levam os médicos a pedirem exames específicos.
Útero contendo miomas 
Tratamento
A forma de tratamento varia de acordo como o quadro clínico da paciente, com o tamanho do mioma, a idade da paciente, sobretudo quando há a necessidade de preservação do útero para garantir uma futura gestação e, ainda, se há ou não a presença de gravidez.
Geralmente, quando o mioma é pequeno e encontrado ocasionalmente, ou seja, sem a presença dos sintomas anteriormente descritos, a paciente pode ser apenas acompanhada. Se, no entanto, a paciente apresenta queixas, a alternativa é o tratamento clínico, que consiste na administração de medicamentos para baixar os níveis de estrogênio, para promover uma regressão do mioma.
Quando o tratamento medicamentoso não atinge os objetivos desejados, pode-se indicar uma cirurgia para a retirada do mioma. Outra opção é o procedimento de "embolização das artérias uterinas", que objetiva interromper os vasos sanguíneos que irrigam o mioma, levando-o a murchar até desaparecer em algumas semanas.
Existem, porém, situações nas quais a localização e o tamanho do mioma obriga a realização de uma cirurgia para a retirada do útero. 
A conduta que o profissional médico elegerá varia a depender do perfil da mulher, das características do mioma, dos sintomas, do estagio da doença, dentre outros fatores. A vigilância  é fundamental! Não se esqueça de realizar suas consultas de rotina! Cuide-se!  
Fonte: Revista Medicando - Adaptado

O Inverno Chegou e as Doenças Respiratórias Também!


O inverno traz na mala inúmeras doenças respiratórias como gripes, resfriados, bronquite, pneumonia e asma. As baixas temperaturas e o tempo seco, juntamente com a poluição, favorecem a instalação de microorganismos oportunistas nas vias respiratórias, causando inflamação e produzindo os seguintes sintomas: tosse, espirros, dificuldades respiratórias, congestão nasal, cansaço, febre e dores pelo corpo.


É preciso, assim, tomar alguns cuidados para prevenir essas doenças:

- Evitar o contato direto com pessoas gripadas ou resfriadas.
- Manter a casa arejada e limpa, pois o pó, a sujeira e os ácaros podem irritar as vias respiratórias, causando alergias.
- Umidificar os ambientes para amenizar o ressecamento do aparelho respiratório.
- Apesar de a sensação de sede ser menor no inverno, beber bastante líquido para hidratar o corpo.
- Não fumar e/ou não entrar em contato com fumaça de cigarros, pois a toxicidade dessa fumaça pode irritar as vias respiratórias.
- Usar soro fisiológico para umidificar as narinas quando elas estiverem ressecadas ou irritadas.
- Evitar exposição prolongada a ambientes com ar-condicionado, visto que esse aparelho resseca o ar.
- Os idosos, gestantes e crianças devem manter a vacinação contra gripe em dia.
- Na presença dos sintomas, evite a automedicação, procure um médico.






Texto por Iedda Carolina. Publicado Origalmente no site www.vitriners.com.br 

Verdades e Mentiras sobre os Piolhos


Coceira na cabeça? Pode ser piolho! Os piolhos são insetos que se instalam no couro cabeludo e se alimentam de sangue. A fêmea pode colocar entre 50 a 250 ovos durante sua vida adulta (3 a 4 semanas). Estes ovos são chamados de lêndeas, são ovais e levam de 6 a 9 dias para originar um piolhinho. [1]
Os piolhos são o terror das crianças em idade escolar. Dessa forma é importante conhecermos algumas verdades e mentiras sobre este inseto para a prevenção ou tratamento adequado, sem colocar a saúde da criança em risco.

1. Os piolhos não voam. – VERDADE
Os piolhos não possuem asas, além disso, eles também não passam de uma pessoa para outra ‘pulando’, pois eles também não possuem patas adaptadas para saltar como as pulgas. Acredita-se que a principal forma de transmissão dos piolhos de uma pessoa para outra seja realmente o contato cabeça/cabeça. Outras formas, como compartilhar pentes e escovas, bonés e até o mesmo travesseiro, também favorecem o contágio.
Piolho adulto

 
2. Lavar a cabeça diariamente com xampu ou sabonete comuns elimina o piolho. – MENTIRA
Não é bem assim. Os piolhos são bastante resistentes à água quente do nosso banho e aos sabonetes e xampus comuns, logo eles não morrem afogados. Além disso, os xampus e sabonetes comuns não possuem compostos químicos piolhicidas.

3. As pessoas pegam piolho por falta de higiene. – MENTIRA
Não há nenhuma relação entre o piolho e a falta de higiene nos cabelos. Pelo contrário, o inseto prefere fios limpos.
 
Lêndea

4. Cabelo comprido tem mais chances de pegar piolho. – MENTIRA
As meninas são mais propensas a ter piolho porque ficam muito próximas na escola, se abraçam mais, etc. Já os meninos se mantêm mais distantes, jogando bola. Além disso, os piolhos vivem preferencialmente nas raízes do cabelo em contato com o couro cabeludo. Dessa forma não faz diferença se as meninas possuem cabelo curto ou longo.  Entretanto, cabelos curtos favorecem uma melhor visualização dos piolhos.

Pente fino

5. Adulto pode pegar piolho de uma criança. – VERDADE
Os adultos também podem pegar piolho através do compartilhamento de objetos pessoais ou pelo contato cabeça/cabeça com crianças contaminadas.

6. Raspar a cabeça combate o piolho – VERDADE
A raspagem do cabelo é eficiente, pois remove o cabelo bem rente ao couro cabeludo, onde o piolho habita. Entretanto, utilizar este método para meninas pode ser traumático.

7. O uso de inseticidas como Baygon ou Neocid é indicado. – MENTIRA
Método de Catação

É proibido usar estes inseticidas para o combate de piolhos, pois eles não foram criados para esta finalidade, podendo gerar intoxicação e alergias ao serem aplicados no couro cabeludo. Na eliminação dos piolhos, o correto é o uso da catação, do pente fino e dos produtos piolhicidas vendidos na forma de xampus, loções e sabonetes, encontrados nas farmácias. O uso de receitas caseiras como sal e vinagre diluídos em água, coca-cola, dentre outros podem até funcionar, mas traz o risco de danificar o cabelo e irritar o couro cabeludo.

Em caso de dúvidas, procure o serviço de saúde!

Referência:
[1] ANDRADE, F. C.; SANTOS, L. U. 2000. Controle da Pediculose: um projeto educativo. Instituto de Biologia. Unicamp.
-----------------------------------------------------------------------------------------

Texto por Iedda Carolina. Publicado Origalmente no site www.vitriners.com.br