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Benefícios Físicos e Espirituais do Yoga

O yoga é uma técnica milenar que une a mente e o corpo. Alia benefícios físicos qualidade de vida por meio de exercícios antiestresse que refletem o bom funcionamento de todo o organismo. Segundo a filosofiaos exercícios posturais são métodos para integrar a alma, o mundo exterior e o Universo. "Trata-se de uma prática completa de desenvolvimento integral do ser humano: corpo, energia, emoções, pensamentos e intuição", afirma Bartira Elia, professora de yoga do Espaço Rennovar - Corpo & Consciência (SP).
Os benefícios do yoga são consequências de toda transformação espiritual e do funcionamento adequado dos órgãos, conquistados pelos movimentos feitos em aula e de hábitos saudáveis como cuidar da mente, estar sempre bem alimentado, beber água dormir bem"O yoga promove energia e, ao mesmo tempo, relaxamento. Depois de uma prática com exercícios de respiração, o aluno se sente mais disposto, adquire mais força de vontade determinação para executar suas tarefas do dia a dia, explica a professora.
prática promete ainda diminuir os níveis de colesterolmelhorar problemas respiratórios e controlar  pressão arterialFisicamente, o yoga pode fortalecer os músculos e torná-los ainda mais flexíveis. O corpo fica mais alongado e tonificado. Através das posturas de yoga, vários órgãos internos e glândulas endócrinas são trabalhados, melhorando nossa saúde e resistência em geral. Muitas posturas trabalham ainda a circulação sanguínea, afirma Bartira.
Para quem sofre com problemas de ansiedade, insônia e depressão, o yoga pode servir como calmante. "Um dos benefícios mais fascinantes é o entendimento das nossas emoções. O yoga combate o stress, ansiedade e sintomas causados pela competitividade e cobrança da vida moderna", diz a especialista.
Muitos apostam no yoga como forma de relaxamento, controle respiratório, alongamento, conquista de um corpo mais flexível, além, é claro, das sensações de conforto e bem-estar promovidas pelos exercícios. Por meio da concentração em cada movimento executado, o objetivo é que se atinja o auge da meditação, ou seja, a plenitude e a serenidade de todas as áreas do corpo e mente.


Por que praticar yoga?

- Melhora a qualidade de vida, promovendo bem-estar, serenidade e paz interior.

- Proporciona equilíbrio emocional.
- Melhora problemas de insônia e depressão.
- Estimula a circulação sanguínea.
- Diminui dores nas costas.
- Melhora a postura e o fortalecimento muscular.
Energiza corpo e mente.
Fortalece o organismo, tendo a saúde como foco principal.
- Não tem contra-indicações.

A meditação traz benefícios para a mente, aumentando a  clareza e o rendimento!!
Fonte: Uol.

Confira alguns exercícios de Yoga no vídeo abaixo!

A Inveja

A inveja é uma tendência muito comum e exerce efeitos nocivos sobre a saúde física e mental. Manifesta-se desde uma idade muito tenra (já está presente numa criança de 8-10 meses) e, com os anos, tende a permanecer, embora as pessoas a ocultem por a considerarem inaceitável. 

Estes são alguns comportamentos típicos do invejoso:
• Deseja com intensidade possuir as qualidades ou os pertences de outros.
• Costuma contar com algum plano íntimo para conseguir aquilo que inveja.
• Experimenta uma atitude negativa para com a pessoa invejada.
• Alegra-se com os fracassos do outro e entristece-se com os seus sucessos.
• Usa o sarcasmo (ou, às vezes, o silêncio) para com a pessoa invejada.
• Difama o invejado.
• Tende a perceber os seus próprios sucessos como algo insignificante.
• Tende a perceber os sucessos dos outros de forma exagerada. 

Há pessoas que mostram admiração por outros e desejam alcançar os êxitos alheios. Isto não tem que implicar inveja. Na verdade, pode ser um estímulo para alcançar grandes objetivos. E pode ser uma forma saudável de canalizar a inveja. O excesso desta atitude é o que constitui o perigo. 
 
Como vencer a inveja ?
Afastar a inveja enraizada durante anos de hábito leva tempo e requer constância, mas pode conseguir-se com um plano de pensamento e ação que inclua os seguintes componentes: 

1. Deleite-se naquilo que é seu. O que somos ou temos é sempre relativo ao ser comparado com o dos outros. Não olhe com cobiça para quem tem mais, pois isso é perigoso. Examine as suas qualidades e pertences, reconheça o seu valor e a felicidade que lhe proporcionam. Isto é positivo, edificante e preventivo da inveja. 

2. Leve a cabo atos altruístas. A inveja combate-se com eficácia através de atos desinteressados em favor, precisamente, do invejado. Parece um passo difícil, mas os seus efeitos contra a inveja são muito claros. O Clemente invejava, com todas as suas forças, um colega de trabalho pela sua segurança pessoal, inteligência e abundância material. Exemplificando: Quando a esposa do companheiro invejado sofreu um acidente, os outros companheiros (incluindo o Clemente) estabeleceram um turno para ajudar a família acidentada. No meio da azáfama, o Clemente sentiu um tal alívio dos seus ataques de inveja que entendeu que este era o método para se livrar desses terríveis impulsos.

3. Inspire-se no sucesso das pessoas. Os êxitos dos outros podem servir de recurso e fonte de motivação para realizar os nossos. Se sente inveja, esforce-se por transformá-la num aliciante para alcançar quotas elevadas, desprovido das emoções negativas que a acompanham. 

4. Fixe objetivos e metas pessoais. Se os seus propósitos e metas estiverem claros, as ações das outras pessoas terão pouca influência. Mas, se não tem um plano de vida, a impressão deslumbrante que lhe causam os outros afetá-lo-á de maneira negativa. 

5. Entenda que há inconvenientes na outra parte. Nos meios rurais diz-se que "a erva é sempre mais verde no prado alheio." Ainda que as qualidades e as posses dos outros o deslumbrem, lembre-se de que o que lhe parece invejável pode ser desagradável.


Julián Melgosa - Doutorado em Psicologia
Fonte: Revista Saúde e Lar


 

Só por Hoje ...


Só por hoje, serei feliz. A felicidade é algo interior.
Só por hoje, tentarei ajustar-me à realidade e não procurarei ajustar as coisas aos meus desejos pessoais. Aceitarei a minha família, os meus negócios e a minha sorte como são e tentarei encaixar-me neles.
Só por hoje, cuidarei do meu organismo. Praticarei exercício, não abusarei dele nem o abandonarei.
Só por hoje, tratarei de fortalecer o meu espírito. Aprenderei algo útil. Não serei um ocioso mental. Lerei algo que exija esforço.
Só por hoje, farei bem a alguém, sem que a pessoa descubra.
Só por hoje, serei agradável. Terei o melhor aspeto que possa, vestirei-me com a maior correção ao meu alcance e falarei em voz baixa.
Só por hoje, tentarei viver apenas este dia.
Só por hoje, terei um programa. Porei por escrito o que penso fazer a cada hora. Talvez não siga exatamente o programa, mas o terei. Eliminarei duas pragas: a pressa e a indecisão.
Só por hoje, terei meia hora tranquila de solidão e de repouso. Nessa meia hora pensarei, por vezes, no sentido da vida e nos meus valores espirituais.
Só por hoje, não terei temor. Especialmente, não terei medo de ser feliz, de desfrutar do belo, de amar e de crer que aqueles que amo me amam.
Só por hoje me aceitarei por inteira, meus defeitos e minhas qualidades, sem medo de críticas e preconceitos. Só por hoje e sempre terei orgulho de ser eu mesma, essa pessoa maravilhosa e única! 

Fonte: Revista Saúde e Lar - Adaptado.

Depressão: tristeza que não passa!


O que é a depressão?
Depressão é uma doença que se caracteriza por afetar o estado de humor da pessoa, deixando-a com um predomínio frequente e anormal de tristeza, pessimismo, baixa autoestima por um período muito longo. Todas as pessoas, homens e mulheres, de qualquer faixa etária, podem ser atingidas, porém mulheres são duas vezes mais afetadas que os homens. Em crianças e idosos a doença tem características particulares, sendo a sua ocorrência em ambos os grupos também freqüente.

Como se desenvolve a depressão?
As causas de depressão são múltiplas, de maneira que somadas podem iniciar a doença. Deve-se a questões constitucionais da pessoa, com fatores genéticos e neuroquímicos (neurotransmissores cerebrais) somados a fatores ambientais, sociais e psicológicos, como: 
- Estresse
- Estilo de vida
- Acontecimentos vitais como: crises e separações conjugais, morte na família, crise da meia-idade, etc.

O que sente a pessoa deprimida?
São sintomas de depressão:
-Humor depressivo ou irritabilidade, ansiedade e angústia;
-Desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas;
-Diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer em atividades anteriormente consideradas agradáveis;
-Desinteresse, falta de motivação e apatia;
-Falta de vontade e indecisão;
-Sentimentos de medo, insegurança, desesperança, desespero, desamparo e vazio;
-Pessimismo, ideias frequentes e desproporcionais de culpa, baixa autoestima, sensação de falta de sentido na vida, inutilidade, ruína, fracasso, doença ou morte;
-A pessoa pode desejar morrer, planejar uma forma de morrer ou tentar suicídio;
-Interpretação distorcida e negativa da realidade: tudo é visto sob a ótica depressiva, um tom "cinzento" para si, os outros e o seu mundo;
-Dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e esquecimento;
-Diminuição do desempenho sexual (pode até manter atividade sexual, mas sem a conotação prazerosa habitual) e da libido;
-Perda ou aumento do apetite e do peso;
-Insônia (dificuldade de conciliar o sono, múltiplos despertares ou sensação de sono muito superficial), despertar matinal precoce (geralmente duas horas antes do horário habitual) ou, menos frequentemente, aumento do sono (dorme demais e mesmo assim fica com sono a maior parte do tempo);
-Dores e outros sintomas físicos não justificados por problemas médicos, como dores de barriga, má digestão, azia, diarreia, constipação, flatulência, tensão na nuca e nos ombros, dor de cabeça ou no corpo, sensação de corpo pesado ou de pressão no peito, entre outros.
É importante ressaltar que a quantidade e intensidade dos sintomas apresentados pelo indivíduo depressivo variam a depender do grau da depressão. Quanto mais grave é a depressão, há o predomínio de um maior número de sintomas.

Como se trata a depressão?
A depressão é uma doença reversível, ou seja, há cura completa se tratada adequadamente. 
O tratamento médico sempre se faz necessário, sendo o tipo de tratamento relacionado ao perfil de cada paciente. Pode haver depressões leves, com poucos sintomas e com pouco prejuízo sobre as atividades da vida diária. Nesses casos, o acompanhamento médico é fundamental, mas o tratamento pode ser apenas com tratamento psicológico (psicoterápico) e atividades físicas.
Pode haver também casos de depressões bem mais graves, com maior prejuízo sobre o dia-a-dia do indivíduo, podendo ocorrer também sintomas psicóticos (como delírios e alucinações) e ideação ou tentativas de suicídio. Nessa situação, o tratamento medicamentoso se faz obrigatório, além do acompanhamento psicoterápico.
Os medicamentos utilizados são os antidepressivos, medicações que são bem toleradas e seguras se prescritas e acompanhadas pelo médico. Em alguns casos faz-se necessário associar outras medicações, que podem variar de acordo com os sintomas apresentados (ansiolíticos, antipsicóticos). 

Clique no link abaixo e assista as DICAS para combater a depressão: 


Não perca o brilho e a alegria de viver!! Depressão tem cura! Procure Ajuda, você pode!



Fontes: 

Luto



Em nossa cultura ocidental, a ideia de morte vem acompanhada de grande pesar, medos e angústias, que, muitas vezes, nos dificultam encará-la como um processo natural da condição humana. 

Por que nos sentimos tão ameaçados frente à morte de um ente querido?
Quando perdemos uma pessoa próxima, além da angústia e tristeza que a saudade nos impõe, também nos sentimos ameaçados frente à sua morte. Essa sensação nos aproxima da nossa própria condição humana e ao fato de que a morte também nos permeia e, fatalmente, nos atingirá um dia. Isso nos torna ainda mais vulneráveis, em um momento que já é tão difícil.


O que é o Luto? 
Para Freud “luto é a reação à perda de um ente querido, à perda de alguma abstração que ocupou o lugar de um ente querido, como o país, a liberdade, o ideal de alguém e assim por diante”.  
Aqui, vamos nos ater à perda de um ente querido. É importante ressaltar que o luto é um processo que se inicia com a perda propriamente dita e se desenrola até o período de sua elaboração, ou seja, quando o indivíduo enlutado volta-se, novamente, ao mundo externo. 
Para a psicanálise, desde que o luto seja superado, ele não é considerado uma condição patológica, mesmo que traga consigo grandes mudanças no estilo de vida de quem o vivencia, tal como a perda de interesse por atividades do cotidiano e pelo convívio social.  

Como identificar o processo de enlutamento?
Cada indivíduo reage ao luto de forma distinta, variando de acordo com sua estrutura emocional, suas vivências e sua capacidade para lidar com perdas.  É fundamental que esse processo de enlutamento seja vivenciado até que ele seja superado, para que a dor da perda não fique reprimida e se manifeste posteriormente como algum outro sintoma. Esse é um processo lento e sua melhora é gradual, com período de duração variável para cada pessoa. 

O processo de enlutamento é, normalmente, vivenciado por meio de um ou mais sintomas, listados abaixo: 
• Entorpecimento – O indivíduo recentemente enlutado sente-se descrente, em choque, atordoado, desamparado. Isso acontece devido à dificuldade em aceitar a perda.  
• Negação – Se apresenta como mecanismo de defesa frente a essa situação tão dolorosa, onde a pessoa se nega a aceitar ou acreditar que seu ente tenha falecido.
• Anseios - Crises intensas de choro e dor profunda. A perda pode gerar um grande anseio por reencontrar a pessoa morta. A impossibilidade desse reencontro pode gerar crises intensas de choro e dor profunda, assim como uma preocupação excessiva com os pertences e objetos que tornem sua lembrança viva. 
• Culpa – Em muitos casos, esse sentimento é bastante presente. O enlutado pode, ao relembrar alguns eventos vivenciados com a pessoa morta, achar que deveria ter agido de forma diferente nessas ocasiões, ou, até mesmo, que poderia ter evitado sua morte. 
• Raiva, desespero, falta de prazer e hostilidade - Muitas vezes, o enlutado se volta contra amigos, familiares, médicos, Deus e, quando há o sentimento de culpa, contra si mesmo. Ele pode vir a se afastar dos amigos e do convívio social, assim como perder o prazer e interesse no mundo externo, tanto em atividades novas quanto costumeiras.


Como superar? 
A recuperação do luto se inicia quando o enlutado passa a construir um novo tipo de vínculo com a pessoa morta, fazendo com que a relação seja preservada em outro patamar, ou seja, quando o indivíduo falecido é internalizado, continuando, assim, a viver no mundo interno do enlutado. 
O sofrimento começa, então, a diminuir e ele torna a resgatar laços sociais, retomando vínculos antigos e construindo novas relações. Podem ocorrer recaídas, principalmente em datas que lembrem o indivíduo falecido, como aniversários de nascimento ou de morte, porém, o apoio e a compreensão, tanto dos amigos quanto dos familiares, ajudarão a fazer do processo de enlutamento algo mais suportável.
Com o tempo, o enlutado volta a se inserir no mundo externo de modo pleno e, normalmente, com uma capacidade maior e amadurecida de suportar perdas.


Fonte: Revista Medicando - Adaptado.


Você tem um Q.E elevado?


Pensa que o seu Q.I. lhe deveria ter arranjado um grande emprego, oportunidades ilimitadas, e muito sucesso? Pense melhor. Evidências crescentes revelam que a maior parte do sucesso é, na realidade, determinado pelo Q.E. – o seu quociente de inteligência emocional – e não pela sabedoria que adquiriu nos livros.
Embora o seu primeiro emprego, ao sair da faculdade, esteja, provavelmente, relacionado com o seu Q.I., a que posição ascenderá nesse trabalho relacionar-se-á mais com o seu Q.E..
A grande maioria do nosso sucesso final na vida não é determinada pelo Q.I., mas por outros fatores.
As emoções descontroladas podem fazer com que até os indivíduos mais inteligentes se comportem de maneira que não é lá muito inteligente.

Enquanto o Q.I. pode contribuir com até 20% para os fatores que determinam o sucesso na vida, os restantes 80% são determinados por outras forças. Por outras palavras, a grande maioria do nosso sucesso final na vida não é determinada pelo Q.I., mas por outros fatores. Um estudo com diplomados de Harvard na área da advocacia, da medicina, da pedagogia, e da administração de empresas, apoia esta conclusão: a média de entrada-exames (que deveria indicar o Q.I.) não tinha qualquer relação com o eventual sucesso na carreira.
A razão por detrás deste facto surpreendente é simples: o sucesso na vida baseia-se muito mais no Q.E. (quociente de inteligência emocional) do que no Q.I. (quociente de inteligência). As emoções descontroladas podem fazer com que até os indivíduos mais inteligentes se comportem de maneira que não é lá muito inteligente.
Em anos recentes, o impacto da inteligência emocional no sucesso futuro tem sido um tópico quente nos círculos psiquiátricos, e o conceito é apoiado por uma sempre crescente quantidade de investigação científica.

Características do Q.E. elevado
Portanto, o que é, exatamente, o Q.E.? É um conjunto de características que a investigação confirmou serem essenciais para uma vida bem-sucedida e agradável. As pessoas que têm um Q.E. elevado controlam as suas emoções e os seus impulsos. São dignas de confiança, honestas, conscienciosas, fidedignas e responsáveis. São flexíveis e capazes de se adaptar às mudanças. Estão abertas a críticas construtivas, inovações, novas ideias, novas abordagens e informações. Estão conscientes dos limites das suas capacidades e têm expectativas razoáveis. A sua inteligência emocional tem provado ajudá-las a pensar com mais clareza, a comunicar melhor, a reduzir afirmações polarizantes, e a desenvolver a unidade em reuniões de grupo. Estas capacidades são particularmente cruciais no atual ambiente de trabalho orientado para o conhecimento, onde a harmonia dos esforços de equipa é mais importante do que nunca para o sucesso organizacional.

Sete maneiras de melhorar o seu Q.E.
1. Mexa-se!
O exercício aeróbico regular tem provado reduzir a ansiedade, melhorar o humor, e ajudar as pessoas a manterem-se calmas em situações de stresse.
2. Coma muitos vegetais.
Uma alimentação baseada em vegetais com quantidades suficientes de triptofano, tirosina e omega-3, podem ajudar a recuperar de uma depressão maior e de ansiedade. Além disso, melhora a clareza de pensamento e os resultados escolares.
3. Deixe o Sol brilhar
Luz solar suficiente melhora os níveis de vitamina D e de serotonina cerebral, levando a um melhor humor.
4. Durma bem.
Uma quantidade de sono adequada, num ambiente escuro, melhora os níveis de melatonina (hormônio regulador do sono) noturna, que, por seu lado, ajuda a elevar os níveis de energia e memória.
5. Ligue a música.
Ouvir música melodiosa, harmoniosa, música sacra com sons divinais melhora o humor, reduz o estresse, baixa os níveis de cortisol e melhora as funções cerebrais.
6. Não acredite em pensamentos distorcidos.
Analisar os seus próprios pensamentos à procura de distorções e corrigir os pensamentos errados melhora drasticamente a inteligência emocional.
7. Medite nas Escrituras.
Ler, analisar e meditar nas histórias da Bíblia pode aumentar as funções do lobo frontal do cérebro, melhorando, assim, a inteligência emocional.


Inteligência é maturidade
Aquilo a que, realmente, nos referimos, é maturidade emocional – uma abertura e disponibilidade para desenvolver, crescer e ser maduro na forma como lidamos com os outros e connosco próprios. Nos relacionamentos pessoais, a pessoa com elevado Q.E. tem a capacidade de se distanciar da sua reação emocional a um acontecimento aborrecido e de olhar com lógica para o que está, realmente, a acontecer. A sua honestidade permite-lhe compreender outros pontos de vista, bem como potenciais soluções para o problema.

Embora o seu primeiro emprego ao sair da faculdade esteja, provavelmente, relacionado com o seu Q.I., a que posição ascenderá nesse trabalho relacionar-se-á mais com o seu Q.E.. Muitas vezes, as pessoas com elevado Q.I. não compreendem isto. Pensam que a razão por terem sido preteridas numa promoção é que o resto do mundo não tem inteligência suficiente para reconhecer o seu Q.I.. Sentem-se, muitas vezes, desprezadas, ou que a vida é injusta. A verdade é que os chefes reconhecem a inteligência quando decidem as promoções. Só que a inteligência que é reconhecida é o Q.E..

No local de trabalho, os indivíduos com um Q.E. elevado compreendem as suas emoções e os seus sentimentos e conseguem expressar, controlar e geri-los. Normalmente, compreendem os sentimentos e pontos de vista dos outros, e têm mais facilidade em perceber a dinâmica de um grupo e o seu papel nesse grupo. Estão dispostos a adiar a gratificação a favor de um bem maior. Também é provável que se motivem a atingir objetivos e a manter uma atitude positiva, mas realista. Como resultado, são, muitas vezes, promovidos mais rapidamente do que aqueles com elevado Q.I.. Essencialmente, as pessoas com elevado Q.E. veem “todo o cenário” e, por isso, são capazes de evitar 'carroceis emocionais'.

A equação Q.E.
Há cinco componentes básicos da inteligência emocional:
• conhecer as suas emoções
• gerir as suas emoções
• reconhecer as emoções dos outros
• gerir os relacionamentos
• motivar-se a alcançar objetivos

Poderá notar que a palavra “emoção” é o ponto fulcral em três dos cinco componentes. Se retirar o “e” da palavra “emoção” obterá “moção”, que está relacionada com motivação (fatores que ativam, dirigem e sustêm comportamentos dirigidos a um objetivo). 
O relacionamento estreito entre o Q.E. e a motivação é a principal razão por que um Q.I. elevado não garante automaticamente o sucesso. A motivação, que tem tudo a ver com Q.E., é um componente crucial para o sucesso e a realização.
Embora a educação tradicional incentive a melhoria do Q.I., o Q.E. crucial é muitas vezes esquecido. Felizmente, nunca é demasiado tarde para aprender. Por isso, não importando quais foram as suas notas na escola, pode tornar-se mais inteligente – e bem-sucedido – ao concentrar-se no seu Q.E..



Fonte: Revista Saúde e Lar - Adaptado.

Ligação Crucial: vínculo entre mãe e bebê

Antigamente, pensava-se que essa relação mãe-filho começava no nascimento. Hoje, sabe-se que o vínculo tem início durante a gravidez.
A futura mãe, de um modo ou de outro, identifica-se com o feto que está a crescer dentro de si e, desse modo, pode atingir uma percepção muito sensível do que o mesmo necessita. Essa sensibilidade da mãe para responder às necessidades da criança e a qualidade da interacção entre ambos, contribuem para o desenvolvimento de um senso de confiança e de segurança que servirá como base para o crescimento psíquico, emocional e social da criança.

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Começo fundamental

No interior do ventre materno, num mundo de conforto, de paz e de harmonia inigualáveis, iniciam-se os primeiros registos cerebrais, as primeiras emoções. Durante os nove meses em que cresce no útero, o feto tem as suas necessidades constantemente supridas. Um dia, porém, esses laços são rompidos, e ele toma contato com o desconhecido mundo exterior. Essa é a nossa primeira experiência de perda e o nosso primeiro ato de maturidade. A partir daí, o conforto da vida intra-uterina é nos retirado abruptamente. Começa a mudança natural e inerente à criança, que vai da dependência até à interdependência.
Contudo, ainda somos muito frágeis e, para tentar reaver alguns daqueles privilégios da vida intra-uterina, temos de chorar e gritar para ser atendidos. Assim, no momento em que somos colocados no colo da nossa mãe ou sugamos o leite no seu peito, reencontramos novamente a paz, a harmonia, o aconchego materno e acalmamo-nos. Consequentemente, a criança aprende que pode confiar na mãe, restabelecendo, assim, a fé na vida, a fé em que o paraíso perdido pode ser reencontrado.
Sabemos que o modo como a criança é criada tem profundas consequências na estruturação da sua personalidade. Quando a criança nasce, não tem identidade psíquica definida, nem auto-imagem formada. 
O modo da mãe nos acalentar, aconchegar e alimentar tem profundo significado na nossa existência. A amamentação estabelece uma ligação mais íntima nessa relação mãe-filho, satisfazendo de modo mais amplo as necessidades emocionais de ambos, oferecendo ao bebê maior garantia de equilíbrio interno e de um bom desenvolvimento da auto-estima positiva. As carícias da mãe, no ato de amamentar, não só proporcionam intensa sensação de prazer. Elas dão, progressivamente, ao ego corporal do bebê um sentido de existência. As primeiras impressões da personalidade em desenvolvimento vêm desse contacto inicial com a mãe. Por isso, os mais significativos laços humanos são os que existem entre a mãe e o seu filho.

Vínculo de amor
Vários autores salientam a importância da reciprocidade afetiva entre mãe e filhos e a quebra do vínculo afetivo como responsáveis por um padrão de fragmentação do ser, gerando assim, graves consequências para a saúde mental da criança.
A mãe precisa de se envolver emocionalmente com o seu filho, pois essa resposta empática da mãe é vivenciada pela criança como forma de validação e de reforço, um forte senso de pertencer e ser entendido. Esse tipo de experiência pode aumentar o apego da criança aos pais. Assim, a empatia da mãe contribui para uma relação segura mãe-filho, o que, posteriormente, influenciará na competência social da criança.
Portanto, as primeiras imagens que a criança tem de si são aquelas que vê espelhadas no olhar ou no toque da mãe. Se ela olha para a criança ou lhe toca de maneira suave, carinhosa e amável, esta sente-se amada e desejada. Essas atitudes transmite ao bebê a sensação de que ele é muito importante para a mãe. Pois não é o que se faz, mas como se faz, que proporciona à criança a sensação de aceitação e de que ela é amada por ser como é.
O colo físico e emocional dado pela mãe é a base de uma matriz de segurança, confiança na vida e geratriz de fé. E quem tem fé e esperança, pode lidar com a vida da maneira como ela é, e vai sempre procurar aquilo que é verdadeiramente bom para si mesmo e para o próximo. Dessa maneira, através do cuidado do corpo, do respeito pelo seu próprio ritmo e da satisfação das suas necessidades psico-emocionais, a mãe ensina à criança a noção de si mesma e essa interacção é a base do surgimento do respeito próprio e da confiança na vida. 
Esse sadio relacionamento mãe-bebé representa protecção e segurança para a criança, contribuindo essencialmente para o desenvolvimento adequado do aparelho psíquico e do seu amadurecimento emocional. Desse modo, ser mãe é mais do que cuidar de alguém, ser mãe é formar um ser singular num ser especial

Fonte: Revista Saúde e Lar

Viva, apesar de Trabalhar!





A tortura começa ao acordar. Cristina, 32 anos, vendedora, levanta-se da cama querendo voltar a dormir, e sai de casa para o trabalho como se estivesse a ir para um campo de batalha. O problema com o chefe, o stress cotidiano, a preocupação com os filhos e o marido geram uma pressão tão insuportável que a sua saúde mental e física começou a dar os primeiros sinais da crise. Não suportava mais: “Chorava constantemente, a minha saúde ficou abalada, todo o meu organismo sofreu com o clima do meu trabalho. Acabei tendo que ir ao médico”, lembra a Cristina, que agora está de baixa por problemas arteriais, depressão e alteração da tiróide.
 
Se você se identificou com a situação desta profissional saiba que não está sozinho no barco. Quem sofre com injustiças no trabalho, atribuídas geralmente ao superior imediato, tem consciência de que todos os aspectos da vida são atingidos pelo iceberg da insatisfação. De tão importante, o assunto tornou-se um tema de pesquisa no Reino Unido. Uma equipa do Buckinghamshire Chilterns University College, na Grã-Bretanha, separou uma turma de enfermeiras de um hospital para realizar o teste. O que era senso comum ficou comprovado cientificamente: as pessoas que se sentem injustiçadas no trabalho sofrem um aumento de tensão arterial e são levadas à depressão.

No estudo, as enfermeiras foram divididas em dois grupos: um não considerava os superiores injustos e o outro pensava de forma bem diferente. Não é difícil entender o que aconteceu. Depois de medir a pressão arterial das participantes a cada 30 minutos durante doze horas e três dias de trabalho, foi constatado um aumento médio de 15 por 7 na pressão arterial das enfermeiras que consideravam os superiores injustos. Os especialistas garantem que um aumento de 10 por 5 na pressão arterial, é o suficiente para garantir indesejáveis 16% de risco de problemas cardíacos e assustadores 38% na probabilidade de um derrame.
 
Muitos funcionários vão guardando a mágoa, a raiva e a sensação de desagrado. “No fundo, eu não tenho ódio ao chefe, à pessoa em si, mas sim às atitudes que ele toma. Como trabalho com vendas e no mesmo sector trabalha a mulher dele, é difícil aguentar que ela receba mais privilégios que os outros. Essa injustiça fez-me adoecer”, indigna-se a Cristina. Ela acredita que teve parte da culpa por não ter tomado uma decisão antes, mas pondera: “Se falar, corro o risco de ser demitida, e se não, a minha saúde é que fica comprometida. Deveria ter pensado mais na minha saúde e na minha família, que sofreu comigo.”

Trabalho aborrecido
O cardiologista e professor Renato Maciel, da Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc), Brasil, adverte para o fato de que o coração pode ser vítima também quando a trama gira em torno de um trabalho aborrecido, mesmo que haja bom relacionamento com o chefe. Quem tem um ofício considerado enfadonho e não tem qualquer prazer na atividade que desempenha, corre grande risco de sofrer um ataque cardíaco.

Alterar a situação
Para quem costuma dizer que consegue separar o trabalho da vida pessoal e da saúde, fique alerta: os trabalhadores devem prestar mais atenção aos sinais do corpo antes que seja tarde. Se não dá para trocar de trabalho ou de chefe, tente olhar com mais positivismo para os obstáculos do dia-a-dia. 
Os pessimistas baterão o pé e dirão que não, mas é só procurar, e verão que há sempre algo de bom em cada situação e cada pessoa. Parar um tempinho durante o expediente para alongar o corpo e convidar o superior para a atividade – porque não? – pode ser uma alternativa para parar o mau humor.
 
Já para os que estão no outro prato da balança, os chefes, é interessante pensar mais de duas vezes antes de atingir um funcionário com um comentário maldoso. Além, é claro, de lembrar de pedir a opinião dos subalternos em situações diversas também favorece uma boa relação. Talvez seja desconfortável a princípio, mas ser humilde, elogiar e motivar quem depende das suas ordens rende muito mais do que exigir, fiscalizar ostensivamente e repreender por qualquer falha. 

Fonte: Revista Saúde e Lar  - Adaptado

A Música e a Saúde Mental


 

Situações de ansiedade, depressão, o stresse não controlado, a esquizofrenia geram uma degradação dos estados de saúde mental não apenas dos adultos, mas também das crianças e dos adolescentes, alterando o desempenho pessoal e social desses indivíduos.  
Entretanto, a boa notícia é que temos uma capacidade de intervenção, uma potente arma que pode ser útil, quer na manutenção ou no restabelecimento da saúde mental. Falamos da MÚSICA!

A auto-estima e o papel da música
A auto-estima refere a capacidade que uma pessoa tem de recolher sobre si própria uma opinião positiva e realista, criando nela um reconhecimento do seu valor e unicidade. Expressa uma atitude de aprovação ou desaprovação, e indica o grau em que o indivíduo se considera capaz, importante e valioso.

O processo de dominação de crianças, rejeição e punição severa resultam em auto-estima diminuída. Assim, uma criança com auto-estima diminuída tem uma atitude submissa e passiva. No entanto, a qualquer altura pode alterar o seu comportamento, para o oposto extremo, de agressão e dominação.
As “... crianças não nascem preocupadas em serem boas ou más, espertas ou estúpidas, amáveis ou não. Elas desenvolvem estas concepções. Criam auto-imagens... baseadas fortemente na forma como são tratadas por pessoas significantes, os pais, professores e amigos.” (Coopersmith, S., 1989).

A ansiedade é causada por fracassos e outras condições que revelam certas insuficiências pessoais. Alguém que está com uma baixa auto-estima frente a estes fracassos, pode vir a agravar ainda mais o problema. Mas, com uma auto-estima elevada, poderia ver ultrapassada mais facilmente a situação.
Um dos instrumentos que acentua o reforço da auto-estima é a criatividade. Está demonstrado que pessoas criativas têm estatisticamente mais propensão para elevada auto-estima, assumem papéis novos e ativos, e são positivas na expressão das suas concepções sobre a vida e os seus planos. Assim, alguém com elevada auto-estima supera medos e ambivalêncas, orienta-se para objetivos e desenvolve metas pessoais que são a mais forte contribuição para ultrapassar as crises da vida. É neste ponto que a música desempenha o seu papel fundamental de reforço da auto-estima.

Música é criatividade, liberdade, satisfação por conseguir, após exercício coordenado por disciplina, atingir os objetivos procurados.
Assim, uma criança que alimenta a sua auto-estima através da criatividade produzida pela sua música, sai reforçada para melhor enfrentar os constrangimentos da sua vida, aprendendo a superá-los, preparando-se assim para uma vida adulta mais bem conseguida.

O auto-conceito e a música
O termo auto-conceito foi definido por na última década do século XIX, como o conjunto de tudo o que o indivíduo pode chamar seu, não só o seu corpo e capacidades físicas, mas também os seus pertences, amigos, familiares ou trabalho. O auto-conceito é reflexivo, pois é caracterizado pela dualidade do que é EU (o que é o indivíduo) e MIM/MEU (o que pertence ao indivíduo). No primeiro caso, o EU refere-se à consciência sobre o que acontece. O MIM/MEU é caracterizado pelas ideias que se têm sobre si mesmo e o que se gostaria de ser (James, W., 1890).

O auto-conceito é hoje reconhecido como um dos elementos mais poderosos na construção de uma personalidade equilibrada, que poderá ajudar uma criança a ultrapassar as diferentes fases da vida, nomeadamente as que marcam a afirmação pessoal. É o auto-conceito que está por detrás de problemas, que são hoje tão enfatizados, como as perturbações alimentares (bulimia, anorexia, etc.).

Assim, um meio de prevenir que isto aconteça está ao alcance de cada criança ou adolescente que retira da música prazer e o espaço para desenvolver a sua criatividade.
Devido ao poder que a música tem sobre a mente, ela ajuda a restabelecer um auto-conceito positivo, ajudando a pessoa a passar mais protegida pelas fases difíceis da sua vida. 


  Se você se der o direito à música poderá contribuir para melhorar o seu bem-estar e de toda sua família. 
Coopersmith, S. (1989). Coopersmith Self-Esteem Inventory. Palo Alto, CA: Consulting Psychologists Press. p. 2
James, W. (1890). The principles of psychology. New York: Holt. 
Fonte: Revista Saúde e Lar