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Elimine a Barriga com 10 Atitudes Simples.


Para a maioria das mulheres, o corpo perfeito se resume a um abdômen sequinho. Estar acima do peso nem sempre abala tanto quanto uma barriguinha avantajada. De acordo com a endocrinologista Carolina Mantelli Borges, da Clínica de Especialidades Integrada de São Paulo, controlar o aparecimento da chamada “pochetinha” não é tão difícil quanto parece. Pensando nisso, a médica relacionou 10 ações que, praticadas diária e regularmente, dão suporte à perda de gordura na região da barriga. Ela ensina o que fazer e o que evitar para conquistar o abdômen dos seus sonhos.
1. Evite o consumo exagerado de carboidratos depois das 19 h. O que acontece nesse período é que nosso organismo não estará necessitando de tanta energia quanto durante o dia, e estará preparando-se para dormir. Então o excesso de carboidratos neste período será armazenado e convertido em gordura. Por isso, esqueça aquele lanchinho de bolachas ou bolinhos antes de dormir! Que tal trocar por uma fruta ou um iogurte?
2. Mastigar bem os alimentos facilita a digestão e impede um fluxo maior de sangue, que distende o abdômen e provoca o “efeito estufa”. 
3. O ideal é não ingerir líquidos em excesso durante a refeição. Além de dilatar o estômago, pode interferir na acidez gástrica, que por sua vez irá prejudicar a absorção de nutrientes, vitaminas e minerais, podendo ocorrer má digestão, fermentação e formação de gases. 
4. Coma e faça lanchinhos saudáveis mais vezes durante o dia.  Isso ajuda a diminuir o tamanho das porções de comida que você ingere normalmente, irá lhe dar maior saciedade e irá contribuir para um melhor funcionamento de seu metabolismo. Mastigue bastante e não tenha pressa para engolir. A velocidade com que comemos manda certa quantidade de ar junto com o alimento, o que pode acarretar também no aparecimento da barriguinha.  
5. Acrescente mais fibras ao prato: elas colaboram com a digestão e mantêm sua saciedade e níveis glicêmicos por mais tempo. As verduras e alimentos integrais favorecem o bom funcionamento do intestino. Elas podem ser encontradas nas frutas, hortaliças, granola, aveia, linhaça, entra outros. Mas não exagere na quantidade, podem causar inchaço pela produção de gases e aumento do bolo fecal. Quanto mais fibras, mais água você terá de beber para não ter esse efeito. 
6. Beba bastante água de 30 a 40 minutos antes e depois das refeições. O mínimo de água exigido pelo corpo é de dois litros por dia. Poupe tomar bebidas gaseificadas: elas dilatam a barriga e ainda contribuem para a retenção de líquidos, devido à grande quantidade de sódio em suas formulas, causando inchaço. 
7. Não consuma alimentos muito salgados. Eles provocam retenção de líquido, que dá a aparência de barriga inchada. Fique atenta aos molhos prontos para temperar saladas, sopas de saquinho, refrigerantes, azeitonas e condimentos na comida.
8. Faça exercícios. A corrida é uma ótima aliada no quesito perder circunferência. Ele tonifica os músculos do corpo, libera o stress e aumenta a circulação sanguínea. 
9. Invista nos chás. Alguns deles ajudam na digestão e possuem efeito diurético. Beba pelo menos de três a quatro xícaras por dia. Prefira tomá-los sem açúcar. O chá-verde acelera o metabolismo e ainda auxilia na queima de gordura.
10. Durma em média de seis a oito horas por noite. Ter um bom descanso é essencial para manter a saúde. Se o corpo não tem uma pausa, acaba solicitando mais alimentos para se manter bem. O apetite aumenta juntamente com a ansiedade e acaba criando a necessidade de comidas mais gordurosas.


Fonte: Revista Saúde e Lar - Adaptado.

Amamentação, Um Ato de Amor!


O leite materno é alimento completo porque:

- contém vitaminas, minerais, gorduras, açúcares, proteínas, todos apropriados para o organismo do bebê;
- possui muitas substâncias nutritivas e de defesa, que não se encontram no leite de vaca e em nenhum outro leite;
- o leite da mãe é adequado, completo, equilibrado e suficiente para o seu filho. Ele é um alimento ideal. É feito especialmente para o estômago da criança, portanto de mais fácil digestão.
- traz vantagens para o bebê, como proteção contra infecções e alergias.

Seu Leite é Forte!

Todo leite materno é forte e adequado para o crescimento e o desenvolvimento do bebê. No primeiro dia, o leite produzido, chamado colostro, é transparente ou amarelado, tem alto valor nutritivo, é suficiente para as necessidades do bebê e age como uma verdadeira vacina, protegendo-o contra doenças. Deve ser dado ao bebê exclusivamente o leite materno nos primeiros 6 meses de vida. Os demais tipos de alimentos e água devem ser inseridos gradualmente na dieta do bebê após os 6 meses.

Posição certa para mamar

Para que o bebê sugue bem, ele deve abocanhar o mamilo (bico do peito) e grande parte da auréola (parte escura do peito), com o corpo voltado para o da mãe (barriga com barriga). Quando a criança pega o peito corretamente, com a boca bem aberta, o leite sai em quantidade suficiente, o bebê engole tranqüilamente, a mãe não sentirá dor nem terá rachadura no peito.

Doe leite materno.

Evite que a mama fique muito cheia e pesada. Se isso acontecer, ferva um frasco de vidro com tampa de plástico por 10 minutos, prenda os cabelos, lave bem as mãos, coloque os dedos onde termina a auréola e aperte várias vezes até o leite sair. Guarde o leite no frasco de vidro, na geladeira (12 horas) ou congelador/freezer (15 dias) ou doe a um banco de leite humano. Para aquecer o leite, use banho-maria. Quando a mãe não estiver em casa, dê o leite materno no copinho ou colher para não prejudicar o aleitamento.

Evite bicos, chupetas, chuquinhas e mamadeiras

Esses produtos prejudicam a amamentação. Os bebês que fazem uso de mamadeiras e chupetas acabam largando o peito. Além disso, esses produtos aumentam o risco de contaminação do leite se não higienizados adequadamente, provocando doenças; atrapalham o aleitamento materno por influenciar na pega correta do peito; podem modificar a posição dos dentes, prejudicando a fala e a respiração.

Cuidado com Medicamentos

As mulheres que estão amamentando só devem tomar medicamentos receitados pelo médico, pois muitos fármacos possuem princípios ativos que podem ser passados da mãe para o bebê através do leite materno, gerando reações adversas.

Amamente!

Recomenda-se que todo bebê seja amamentado exclusivamente no seio materno até os seis meses de vida. Depois, introduza frutas e comidinha na forma de purês e papas gradualmente e continue a amamentação até os dois anos.

Cuide das Mamas!
• Não usar cremes, pomadas, sabão ou sabonete nos mamilos.
• Evitar a retirada do colostro durante a gestação, pois isso pode estimular contrações uterinas.
• A criança mama a aréola e não o bico.
• Nenhum tipo de bico impede a amamentação se o mamilo fica saliente ou se “espicha” quando é puxado.
• Usar sutiã ajuda na sustentação do peito.
Dicas:
- Oferecer o peito logo após o nascimento, ainda na sala de parto, quer seja parto normal ou cesária, porque estimula a produção e descida do leite.
- Oferecer o peito sempre que o bebê quiser, de dia ou de noite, ou seja, sob livre demanda, porque quanto mais o bebê mamar, mais leite o peito produz.
- Oferecer um peito até o bebê soltar e depois oferecer o outro. Não interromper a mamada, é importante dar de mamar até o bebê soltar, para que ele receba o leite do final da mamada, que é mais rico em gorduras. O leite do início “mata” a sede e protege o bebê, o do final “engorda”.  Na próxima mamada, começar com o peito que o bebê sugou por último na mamada anterior, ou no que não mamou.
- Se for preciso interromper a mamada, a mãe deve colocar a ponta do dedinho no canto da boca do bebê para que ele solte o peito sem machucar.
- Para o bebê arrotar, a mãe, o pai ou outro familiar deve levantá-lo e apoiar a cabeça no seu ombro e fazer uma leve massagem nas costas. É importante a participação da família neste momento.

Referência:
Hospital Monte Sinai : http://www.hospitalmontesinai.com.br
Ministério da Saúde: http://portal.saude.gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=1251
 Fonte das imagens: mundodaluha.blogspot.com.br


Texto por Iedda Carolina. Publicado Origalmente no site www.vitriners.com.br 

Azia: Livre-se deste incômodo !


Azia é a sensação de ardor (queimação) na região do estômago, por vezes acompanhada de um sabor ácido ou amargo na boca, que pode ser temporariamente atenuada com um copo de água ou de leite. Também pode ocorrer uma dor no centro do peito, semelhante à de um ataque cardíaco. Há, ainda, quem também sinta náuseas. O refluxo ácido do estômago para o esôfago e à cavidade oral é a causa base da azia.



Normalmente, o músculo do diafragma envolve firmemente a ponta do esôfago, de forma a evitar que os ácidos estomacais retornem para p esôfago. Se este mecanismo não funcionar adequadamente, ocorre o refluxo do ácido gástrico. Quando o diafragma é demasiadamente largo, uma parte do estômago poderá escapar para cima, formando uma hérnia do hiato. A obesidade aumenta a probabilidade de isto acontecer.

O revestimento gastrointestinal produz, normalmente, mucos que o protegem das enzimas e dos ácidos digestivos. Quando este revestimento mucoso se rompe no esôfago (ou no estômago ou no duodeno), poder-se-ão formar inflamações, irritação, erosões ou mesmo úlceras. Se não for tratado, o refluxo poderá levar, até, a que ocorram mudanças cancerosas no esôfago.
Qualquer coisa que diminua o fluxo sanguíneo para o revestimento mucoso reduz a produção de muco ou aumenta a formação de ácido, elevando o risco. Há, também, vários fatores que causam o relaxamento dos músculos à volta da parte inferior do esôfago, fazendo com que exista mais probabilidades de que o conteúdo ácido do estômago entre no esôfago. Por isso, os médicos aconselham:
• Evitar as bebidas alcoólicas.
• Evitar a cafeína – café, chá preto ou verde, bebidas de cola.
• Evitar fumar.
• Controlar o estresse e tratar a ansiedade e a depressão.
• Evitar medicamentos, tais como anti-inflamatórios, e ler a bula dos medicamentos que se estiverem a tomar, para se certificar dos possíveis efeitos colaterais.
• Evitar o vinagre e as especiarias.
• Deitar 3 horas após as refeições.
• Elevar a cabeceira da cama.
• Perder o peso necessário para que se volte ao peso ideal.
• Evitar os líquidos às refeições e até duas horas depois de comer.
• Não usar roupas demasiado apertadas no abdômen.
• Não coma demasiado a qualquer das refeições.

O que comer?


Uma alimentação pobre em gorduras, rica em fibras, frutas e vegetais verdes e amarelos protege convenientemente o revestimento mucoso. Além disso, é importante ingerir uma boa quantidade de vitaminas A e C, de ácido fólico, de antioxidantes e de muitos fitoquímicos benéficos. As azeitonas e o abacate também possuem propriedades curativas e protetoras.
É importante evitar alimentos que aumentem a acidez do conteúdo estomacal como os ovos, o queijo e os alimentos com alto teor de gordura, uma vez que requerem ácidos muito fortes para a sua digestão.



Se os sintomas persistirem, apesar da mudança de hábitos, procure um médico! Cuide-se!


Fonte: Revista Saúde e Lar - Adaptado.

Por detrás da Ansiedade: Compulsão Alimentar




A compulsão alimentar é um transtorno alimentar comum, em que um indivíduo consome regularmente uma grande quantidade de comida de uma vez só, ou constantemente, mesmo quando não tem fome. A compulsão alimentar pode ocorrer em pessoas de qualquer sexo, raça, idade ou estrato socioeconômico e, como quem sofre do transtorno de compulsão alimentar aumenta com frequência de peso ou se torna clinicamente obeso, torna-se passível de contrair uma grande variedade de doenças. 


Sinais de Compulsão Alimentar

● Ingerir uma quantidade excessiva de comida, mesmo quando não tem fome;

● Comer até se sentir desconfortavelmente cheio ou mesmo agoniado;

● Esconder hábitos alimentares devido a vergonha ou embaraço;

● Esconder comida para episódios de voracidade;

● Esconder embalagens vazias ou caixas de alimentos e gerar lixo em excesso;

● Comer constantemente enquanto houver comida disponível;

● Comer quando está sob pressão ou se sente psicologicamente diminuído/a;

● Sentir-se subjugado/a, envergonhado/a e/ou culpado/a durante e/ou depois de um episódio de voracidade;

● Exprimir repugnância em relação a hábitos alimentares, peso, corpo ou aparência;

● Expressar descontentamento com a aparência, peso ou auto-estima.


Diagnóstico de Compulsão Alimentar

O transtorno de compulsão alimentar deve ser diagnosticado por um profissional qualificado, de acordo com os critérios de saúde mental reconhecidos. Estes critérios de diagnóstico incluem episódios cíclicos de alimentação em excesso e sensação de perda de controle durante os episódios, bem como episódios de compulsão alimentar com pelo menos três das seguintes características: comer depressa, comer até atingir mal-estar físico, comer quando não se tem fome, comer sozinho ou ter sentimentos de vergonha e culpa em relação à alimentação. Outros critérios incluem expressão de ansiedade ou angústia em relação à ingestão compulsiva, episódios de voracidade que ocorrem pelo menos duas vezes por semana durante um período mínimo de seis meses e compulsão alimentar sem recurso posterior a um método de purga (vômito auto-induzido, exercício excessivo, etc).

Obter Ajuda e Tratamento

Não há uma cura reconhecida para o transtorno de ingestão compulsiva. Posto isto, há uma variedade de opções de tratamento que podem ser combinadas de acordo com as necessidades específicas do paciente. As opções de tratamento para o transtorno de compulsão alimentar incluem aconselhamento/terapia, aconselhamento ou terapia familiar, terapia cognitivo-comportamental (para alterar os comportamentos alimentares), frequência de grupos de apoio ou terapia de grupo e aconselhamento e planeamento nutricional.

Habitualmente, não são usados medicamentos para tratar o transtorno de ingestão compulsiva, apesar de poderem ser usados supressores de apetite com controle médico e alguns medicamentos, como anti-depressivos, para o tratamento de condições associadas.

O transtorno de compulsão alimentar é um transtorno alimentar comum, embora muitas vezes mal compreendido. Qualquer informação adicional sobre o transtorno de compulsão alimentar deve ser procurada junto de um médico, um especialista em transtornos alimentares ou outros terapeutas relacionados com este tipo de condição de saúde.


Café: Prós e Contras.


O café foi descoberto indiretamente na Etiópia, através de um pastor de cabras. Quando pastoreava o seu rebanho, perto de uns arbustos de uma planta nativa, o etíope notou uma alteração no comportamento dos animais que se alimentavam das folhas desta planta. Percebeu que as cabras não exigiam tantas paragens quando se alimentavam daquelas folhas e que andavam mais rápido, sem um cansaço aparente.

Comentando esse facto com um religioso muçulmano, o interesse pelas propriedades dessa planta foi despertado, e depressa começaram as experiências com as folhas e os frutos do arbusto. Os monges descobriram um meio de manusear os frutos de forma a serem usados como bebida, e esta tornou-se popular nos mosteiros da região, sendo posteriormente evidenciada a cultura do referido arbusto em mosteiros na Ásia, no ano de 575.
Hoje, sabe-se que o efeito estimulante do café é produzido pela metil-xantina, presente nas folhas e nos frutos do arbusto, sendo a cafeína a substância mais famosa. Os seus efeitos estimulantes são tão populares que ela passou a fazer parte da composição de outras bebidas, como os refrigerantes. Mas a substância também se encontra naturalmente nas folhas de chás (mate e preto), na castanha do cacau (chocolate) e nos frutos do guaraná.

missing image fileRaio X do café
Além da cafeína, o café contém cerca de 400 outras substâncias químicas, inclusive pequenas quantidades de vitaminas, minerais, açúcar e tanino. Veja as mais conhecidas:
Cafeína – substância estimulante
Cafeol – óleo volátil, irritante das paredes do estômago
Xantinas – componentes que provocam uma vasodilatação momentânea
Gorduras – cafestol e kahweol, ricas em colesterol (ver o quadro)

Como estimulante do sistema nervoso central, a cafeína pode suplantar o efeito relaxante produzido após o orgasmo. O sono também pode ser retardado após a ingestão da bebida, devido aos seus efeitos estimulantes. Além disso, o café também está relacionado ao surgimento da irritabilidade, o nervosismo ou a ansiedade, e um grau de dependência, do qual os sintomas mais comuns da síndrome de abstinência são a cefaleia (dor de cabeça), o cansaço e a dificuldade de concentração. Certamente, a metil-xantina presente na cafeína atua contra as substâncias naturais que o próprio organismo produz para fazer o corpo relaxar.

Níveis de cafeína (150ml):
missing image fileCafé expresso: 125-165 mg
Café descafeinado: 1-5 mg
Café preparado por decantação: 40- 70 mg
Café preparado por gotejamento: 60-180 mg
Café solúvel: 30-120 mg
Chá preparado: 20-110 mg
Chá instantâneo: 25-50 mg
Chocolate: 2-20 mg
Refrigerantes à base de cola: 45 mg
Guaraná (refrigerante – 330 ml): 2-20 mg
Medicamentos analgésicos: 30-200 mg
Remédios para resfriados: 30-100 mg

Argumentos a favor
Têm surgido novos argumentos a favor do uso do café. Contudo, a cafeína já está classificada como uma droga nos anais farmacêuticos, e já se encontra na composição de muitos medicamentos destinados a melhorar o seu desempenho e antagonizar os efeitos colaterais, induzindo o estado de alerta.
Portanto, vários argumentos para justificar o uso do café têm sido elaborados, mas a boa prática medicamentosa revela que estamos a conviver com o mais popular veículo de uma droga do Planeta. Assim como a cerveja e outras bebidas alcoólicas servem para veicular o etanol, o café é o veículo popular da cafeína.

Há estudos que apresentam o café como a bebida que atrasa a progressão da Doença de Parkinson. Mas, até hoje, não se sabe se o seu livre consumo como bebida atende devidamente às dosagens terapêuticas que a doença exige. Afirmar que o café pode ser tomado em casa pelos pacientes portadores de Parkinson é, no mínimo, uma atitude irresponsável.
Se o café deve ser usado como medicamento, e se os seus efeitos terapêuticos devem ser explorados na Doença de Parkinson, cabe aos trabalhos científicos de investigadores descobrir e validar o uso da cafeína. É da responsabilidade do consumidor avaliar toda essa problemática e concluir se a bebida matinal não é, na realidade, o medicamento matinal, e se, diante das evidências, não seria melhor deixar o hábito de tomar café, aposentando a bebida nas prateleiras dos supermercados e mercearias.

A cafeína pode, realmente, curar a dor de cabeça, mas só nas situações em que a pessoa que já usa o café e sente as dores depois da abstinência da bebida. É a dependência da cafeína que faz aparecer os sintomas de irritabilidade, a cefaleia e os tremores. Se ingerir o café, certamente que esses sintomas irão desaparecer.
Já houve quem defendesse que as escolas deviam oferecer café às crianças na sala de aula, a fim de melhorar a concentração. Realmente, um dos efeitos do café é melhorar o estado de alerta das pessoas, pelo estímulo que a cafeína produz no sistema nervoso central. Mas a origem da falta de atenção nas salas de aula não deve ser combatida com um elemento estimulante, e sim com a correção de hábitos.


A gordura contida no café
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O cafestol e kahweol presentes nos grãos de café elevam o nível de colesterol do sangue. Durante a preparação, a água quente remove algumas dessas substâncias gordurosas e elas ficam presentes no líquido não coado. A quantidade de gordura de uma chávena de café, portanto, depende da maneira como ele é preparado. Veja no quadro a quantidade de gorduras (cafestol e kahweol) e o colesterol total presente em cinco chávenas ou 150ml/dia de café.
Modo de prepararKahweol (gordura)CafestolColesterol total
Café sem coar (árabe)3,9mg3,9mg9,65mg
Café coado0,1mg0,1mg0,38mg
Em cafeteira eléctrica (italiano)4,4mg3,5mg8,87mg/dl
Expresso1,4mg1,5mg3,38mg/dl
Filtrado0,1mg0,1mg0,38mg/dl
Instantâneo0,2mg0,2mg0,38mg/dl
Mocha (expresso + leite + chocolate)1,4mg1,1mg2,70mg/dl

Sabe-se, hoje, que a cafeína atua sobre o cansaço físico do usuário. Esse sinal que a cafeína irá retardar tornará o exercício intenso, levando a um aumento do ácido lático no músculo e, posteriormente, no sangue, causando dores e micro-lesões musculares. Enganar o organismo com um café, é intoxicar os músculos e sobrecarregá-los de forma a prejudicar o seu desempenho futuro. Potencializar a atividade muscular, ignorando a fisiologia natural do nosso organismo, é desfavorecer os mecanismos que o próprio corpo estabelece para a sua autopreservação. Ignorando os próprios sinais que o organismo oferece, as lesões musculares poderão ser mais frequentes.

Argumenta-se, ainda, que beber café ajuda a emagrecer. O efeito estimulante da bebida melhora o desempenho dos exercícios físicos e, consequentemente, favorece uma maior queima de calorias. Mas, ingerir café e esperar que ele atue como emagrecedor, é pura ilusão. O estresse muscular causado pelo estímulo em excesso poderá levar a efeitos indesejáveis na própria estética da pessoa. Assumir os excessos desse estímulo representa uma fadiga maior, mais desgaste físico e menos disposição quando passa o efeito da bebida.

Uma sessão de exercícios físicos é benéfica a qualquer pessoa. São produzidas substâncias no nosso corpo que irão determinar um melhor repouso, mais bom humor e mais disposição física. O uso de estimulantes irá determinar uma contraposição aos efeitos naturais do organismo.
Como a bebida tem efeito estimulante, o metabolismo é levado a uma aceleração acima do normal, podendo prejudicar os tecidos, como as células epiteliais (pele). Aqueles que gostam de manter a sua boa aparência, podem ganhar tônus muscular com essa tática, mas perdem a aparência jovial, pelos excessos assumidos. 

As Contra-indicações
A combinação do vício do café com o do tabaco potencia os efeitos nocivos ao coração. O fumo e a cafeína agem de forma combinada, danificando as artérias e o fluxo sanguíneo. A ação conjunta revelou-se pior do que a soma dos efeitos de cada substância tomada isoladamente.
Se o café tem contra-indicações, como substituí-lo? As alternativas são os chás naturais que não possuem a cafeína (cidreira, erva-doce, de laranja, de maçã, etc.). Há ainda a opção de outras bebidas de grãos torrados, como a cevada e o milho.
O uso do café descafeinado tem-se tornado popular. No entanto, estudos recentes indicam que, no processo de descafeinização, a cafeína é reduzida no seu teor, mas não totalmente eliminada (ver o quadro). As bebidas à base de leite são uma boa opção, mas é bom lembrar que os achocolatados também contêm cafeína.

Aprecie o Café com Moderação!




Domine a TPM


Em média, ao longo da vida reprodutiva, a mulher tem aproximadamente 400 ciclos. Um número superlativo, principalmente para aquelas que sofrem de TPM todos os meses antes da menstruação.
tensão pré-menstrual (conhecida pela sigla TPM) é uma síndrome que atinge as mulheres e que ocorre, em maior ou menor grau, nos dias que antecedem a menstruaçãoOs sintomas variam em tipo e intensidade de pessoa para pessoa. De maneira geral, as mulheres com TPM apresentam alterações físicas, psíquicas e comportamentais, devido às mudanças nos níveis hormonais de estrogênio e de progesterona. Apresentam sensibilidade excessiva e mostram-se irritadas, nervosas e ansiosas de forma exacerbada. O choro é fácil e sem motivo aparente. 
Outros sintomas são: desânimo, fadiga ou cansaço, dor nas mamas, distensão abdominal, cefaleia e enxaqueca, falta ou aumento de apetite, insónia ou falta de sono, confusão ou esquecimento, obstipação intestinal ou não e diminuição ou aumento da libido. Nos casos mais graves, as mulheres são incapazes de realizar a rotina diária.
Causas
Entre os fatores relacionados com a causa da TPM, cinco são fundamentais: 
1. Hereditariedade. Filhas de mulheres com TPM ou depressão têm maior probabilidade de apresentar os sintomas. 
2. Quando há queda dos níveis de serotonina (substância libertada nas terminações das células nervosas), a pessoa torna-se mais deprimida, irritada, agressiva e com vontade de comer doces. Na mulher, essa queda começa a ocorrer por volta do décimo quinto dia do ciclo menstrual, e vai aumentando progressivamente até atingir o seu ápice 24 horas antes do início da menstruação. 
3. Alterações hormonais: a produção de progesterona não só provoca muitos sintomas físicos, como diminui os níveis de serotonina, acentuando a depressão e a irritabilidade. A queda dos níveis de estrogênio provoca a tão temida dor de cabeça. Verifica-se o aumento na produção de prostaglandinas (substâncias que, quando produzidas em grande quantidade, podem provocar dor e inchaço) durante o período pré-menstrual.
4. Fatores externos como o stresse, medicamentos, ou determinadas infeções provocadas por vírus ou bactérias, interferem nos sistemas nervoso, imunológico e endócrino e desencadeiam os sintomas da TPM.

Mas não se desespere, há maneiras de controlar e/ou amenizar a TPM, veja as dicas abaixo: 

Alimentos que melhoram a TPM
missing image fileÓleo de canola, semente de linhaça, azeite, castanhas e nozes.
Ómega 3
Anti-inflamatórios, maior fluidez do sangue, melhoram a circulação.
missing image fileCereais integrais: aveia, arroz, trigo e leguminosas (soja, ervilhas, feijões).
Magnésio
Aumentam os níveis de serotonina, melhoram a função intestinal, agem em sinergia com o cálcio.
missing image fileCereais integrais.
Vitamina B6
Aumentam os níveis de serotonina, diminuem a depressão e a ansiedade.
missing image fileVegetais verdes escuros (brócolos, espinafre, couve).
Cálcio
Diminuem as cólicas, agem em sinergia com o metabolismo.
missing image fileFrutas oleaginosas, castanhas, nozes, sementes de girassol.
Selénio
Melhoram o humor, a depressão,
a irritação e a ansiedade.
missing image fileSoja e derivados: tofu, leite, proteína texturizada, etc..
Isoflavona
Efeito similar ao do estrogénio: modulando os seus níveis, há melhoras na fadiga, na libido e na vitalidade.
missing image fileLeite fermentado, iogurte, aveia, fibras alimentares.
Pré e probióticos
Proporcionam uma simbiose intestinal, flora mais saudável, facilitando a utilização do estrogénio e a regularidade intestinal.
missing image fileBanana, maçã, tangerina, uva, abóbora, batata, grãos integrais, nozes e castanhas.
Zinco
Aumentam a função estrogénica, necessária para funções ovarianas e das glândulas adrenais.
missing image fileFrutas cítricas, vegetais alaranjados (cenoura, abóbora) e frutas oleaginosas.
Vitaminas C, A e E
Melhoram a função ovárica e a síntese hormonal, a circulação e a pele.
missing image fileÁgua, chás (exceto chás mate, preto, verde).
Diminuem a retenção hídrica.
missing image fileChás de camomila e cidreira.
Substâncias bioativas
Diminuem as cólicas, relaxam a musculatura do trato gastrointestinal.
missing image fileMelão, erva-doce, salsa, banana, laranja, couve e espinafre.
Potássio
Diminuem a retenção hídrica e melhoram a circulação.
missing image fileBeringela, tomate, cerejas, melancia, uvas, etc..
Bioflavonoides: antocianinas, rutina, quercitina, resveratrol
Diminuem o stresse e melhoram
a circulação.


Hábitos Antitensão
Além dos alimentos cujo consumo é recomendado em casos de nervosismo, existem hábitos saudáveis que podem ajudar a combatê-lo:
• Tomar um bom café-da-manhã para evitar a hipoglicemia (baixa taxa de açúcar no sangue), que geralmente ocorre na metade da manhã e gera nervosismo e irritabilidade.
• Comer devagar, mastigar bem os alimentos.
• Não beber durante as refeições, só uma hora depois. 
• Comer a intervalos regulares (de 3 em 3 horas), para evitar quedas bruscas no nível de glicose no sangue.
• Dormir regular e suficientemente.
• Praticar desportos, especialmente corrida ou caminhada.
• Fracionamento adequado da alimentação.

missing image fileAlimentos que devem ser evitados
• Estimulantes de SNC: alimentos que contêm cafeína: café, chocolate, refrigerantes, bebidas alcoólicas.
• Alimentos ricos em gorduras.
• Alimentos que aumentam a retenção hídrica: sal, industrializados, enchidos, fumados, ricos em hidratos de carbono refinados e com altas concentrações de açúcares.
Outros tratamentos de acordo com o sintoma apresentado
• Prefira alimentos e suplementos que contenham vitaminas B6 e E.
• Calmantes que podem ser naturais (à base de chás) ou comprados com receita médica especial.
• Antidepressivos: substâncias utilizadas para diminuir a depressão. Sempre com indicação médica.
• Analgésicos: remédios utilizados para diminuir a dor.
• A psicoterapia é um importante auxiliar do tratamento.

Tratamentos 
Existem vários tratamentos para a TPM, começando pela boa alimentação. A escolha depende do tipo e da intensidade dos sintomas que a paciente sentir. Um especialista poderá avaliar caso a caso.
Como a TPM não é uma doença, o seu tratamento pode melhorar muito a qualidade de vida da mulher e daqueles que convivem com ela. Mas, lembre-se: ninguém deve ter a síndrome como justificativa para atitudes malcriadas ou agressivas. Sempre que a mulher cometer um ato assim, deverá desculpar-se, e, se não conseguir evitar os sintomas com as medidas acima descritas, convém procurar tratamento especializado.
O tratamento da TPM deve ser feito sempre que os sintomas estiverem a interferir no desempenho profissional, social e familiar. No mais, algumas sugestões podem ajudar bastante as mulheres que sofrem da síndrome. Segundo as ginecologistas, também é possível prevenir a TPM com o uso de medicamentos (contracetivos orais) diariamente. É importante lembrar que a TPM é acentuada em situações de stresse. Então, elimine esse fator para poder reduzir a intensidade da síndrome.


Lembre-se: a TPM passa com a menstruação, mas tudo o que for feito, dito ou ingerido nesses dias, permanece.

Fonte: Revista Saúde e Lar - Adaptado.

Dicas de Emagrecimento: Perder peso não precisa de milagres !

Uma dieta de emagrecimento depende essencialmente da força de vontade, mudanças na alimentação, hábitos de vida diários e controle da ansiedade.
Quando se deseja emagrecer, todos procuram uma forma fácil, rápida e definitiva. Mas, milagres destes não acontecem. Sempre que optar por seguir uma dieta, pense em primeiro lugar nos benefícios para a sua saúde e em manter uma alimentação equilibrada. O seu médico pode encaminhá-lo para uma dietista ou outro profissional de saúde. Trace as metas a atingir progressivamente e não exagere. Se tiver uma recaída, não desanime, ganhe forças para ultrapassar e não voltar a acontecer.
Pequenas mudanças / Grandes diferenças
O mais difícil e fundamental numa dieta é a mudança e manutenção de hábitos alimentares. Para conseguir, você deverá:
- Consultar um especialista para lhe fornecer uma dieta de acordo com a sua idade, peso e estatura. Não entre em dietas malucas por aí, somente um profissional saberá te indicar uma dieta compatível com o seu perfil. 
- Reduzir a quantidade de comida. Coma devagar e mastigue bem a comida, para o cérebro receber a informação de saciedade e a digestão ficar mais facilitada, além de evitar problemas como azias e má digestão.
- Coma em todas as refeições, principalmente no almoço. Se pular uma refeição, não ocorrerá emagrecimento. Ao contrário do que muitos pensam, é necessário comer para emagrecer, por isso coma moderadamente todas as refeições.
- No lanche, procure trocar os doces e tortas por cereais e leite magro, ou pão integral com queijo fresco, queijo , barras de cereais ou bolachas integrais. Escolha alimentos integrais, que facilitem a digestão. Em troca, o seu intestino também funcionará melhor.
- Optar por alimentos com menos gordura, como os light, diet ou magros. Abuse dos vegetais e evite os alimentos pré-cozinhados, ultracongelados.  Prefira alimentos os frescos e naturais.
- Pode comer carne e peixe. Prefira as carnes brancas porque têm menos gordura (peru, frango). Evite fritos, opte por grelhar, assar ou cozer. Não se esqueça que o peixe é rico em ômega 3, que fornece bastantes benefícios para a saúde e para o coração.
- Reduzir os alimentos com muito açúcar, principalmente os industrializados.
- Reduzir gradualmente o consumo de açúcar e sal. Cuidado com a diabetes e com a hipertensão.
- Evite álcool, porque possui muitas calorias. Dê preferência à água e chás, pois é mais saudável e não engorda. Tome bastante água e sucos naturais, pois além de favorecer a queima de gorduras, hidrata o corpo e a pele.
- Faça exercícios físicos para queimar calorias e manter sua cabeça ocupada. O sedentarismo além de dificultar a perda de peso também favorece o surgimento de várias doenças relacionadas ao sistema circulatório.
- Controlar a fome por motivos emocionais, como a tristeza, ira ou euforia. Tente reconhecer a vontade de comer só quando tiver fome. 
- Pese-se apenas uma vez por semana ou de 15 em 15 dias para não perder a motivação, e congratule-se com cada vitória. Você é capaz!!! 
Nos primeiros meses será difícil, mas quando se tornar um hábito você terá uma alimentação que ajuda a emagrecer, e com imensos benefícios para a saúde.
Fonte: Revista Medicando e Associação Brasileira de Nutrologia - ABRAN - Adaptado.