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Azia: Livre-se deste incômodo !


Azia é a sensação de ardor (queimação) na região do estômago, por vezes acompanhada de um sabor ácido ou amargo na boca, que pode ser temporariamente atenuada com um copo de água ou de leite. Também pode ocorrer uma dor no centro do peito, semelhante à de um ataque cardíaco. Há, ainda, quem também sinta náuseas. O refluxo ácido do estômago para o esôfago e à cavidade oral é a causa base da azia.



Normalmente, o músculo do diafragma envolve firmemente a ponta do esôfago, de forma a evitar que os ácidos estomacais retornem para p esôfago. Se este mecanismo não funcionar adequadamente, ocorre o refluxo do ácido gástrico. Quando o diafragma é demasiadamente largo, uma parte do estômago poderá escapar para cima, formando uma hérnia do hiato. A obesidade aumenta a probabilidade de isto acontecer.

O revestimento gastrointestinal produz, normalmente, mucos que o protegem das enzimas e dos ácidos digestivos. Quando este revestimento mucoso se rompe no esôfago (ou no estômago ou no duodeno), poder-se-ão formar inflamações, irritação, erosões ou mesmo úlceras. Se não for tratado, o refluxo poderá levar, até, a que ocorram mudanças cancerosas no esôfago.
Qualquer coisa que diminua o fluxo sanguíneo para o revestimento mucoso reduz a produção de muco ou aumenta a formação de ácido, elevando o risco. Há, também, vários fatores que causam o relaxamento dos músculos à volta da parte inferior do esôfago, fazendo com que exista mais probabilidades de que o conteúdo ácido do estômago entre no esôfago. Por isso, os médicos aconselham:
• Evitar as bebidas alcoólicas.
• Evitar a cafeína – café, chá preto ou verde, bebidas de cola.
• Evitar fumar.
• Controlar o estresse e tratar a ansiedade e a depressão.
• Evitar medicamentos, tais como anti-inflamatórios, e ler a bula dos medicamentos que se estiverem a tomar, para se certificar dos possíveis efeitos colaterais.
• Evitar o vinagre e as especiarias.
• Deitar 3 horas após as refeições.
• Elevar a cabeceira da cama.
• Perder o peso necessário para que se volte ao peso ideal.
• Evitar os líquidos às refeições e até duas horas depois de comer.
• Não usar roupas demasiado apertadas no abdômen.
• Não coma demasiado a qualquer das refeições.

O que comer?


Uma alimentação pobre em gorduras, rica em fibras, frutas e vegetais verdes e amarelos protege convenientemente o revestimento mucoso. Além disso, é importante ingerir uma boa quantidade de vitaminas A e C, de ácido fólico, de antioxidantes e de muitos fitoquímicos benéficos. As azeitonas e o abacate também possuem propriedades curativas e protetoras.
É importante evitar alimentos que aumentem a acidez do conteúdo estomacal como os ovos, o queijo e os alimentos com alto teor de gordura, uma vez que requerem ácidos muito fortes para a sua digestão.



Se os sintomas persistirem, apesar da mudança de hábitos, procure um médico! Cuide-se!


Fonte: Revista Saúde e Lar - Adaptado.

Os Benefícios da Acupuntura


Cada vez mais procuradas, a acupuntura é uma das mais famosas medicinas alternativas do Brasil, efetiva para males como estresse, ansiedade, problemas imunológicos e até mesmo impotência sexual – além de proporcionar um relaxamento que nem mesmo a massagem gostosa de sua companheira é capaz de proporcionar. Mas, o que poucos sabem é que a técnica milenar chinesa também é capaz de gerar alguns bons efeitos na aparência. Trata-se da acupuntura estética.
"É um excelente processo para retardar o envelhecimento, pois potencializa o rejuvenescimento facial através da estimulação. Ela atenua sensivelmente os sinais de envelhecimento da pele, tais como rugas, sinais de expressão e flacidez, e também revitaliza, oxigena e nutre a pele, realizando a renovação celular facial", aponta Selma Macedo, dermaticista (estética facial), especialista em medicina ortomolecular.
Já houve época em que qualquer profissional com certo grau de especialização poderia fincar agulhas por aí. Afinal, a técnica milenar da Medicina chinesa não era muito bem considerada um tratamento convencional. Porém, desde que foi adotada no Brasil pelo SUS (em 2006), a acupuntura teve um verdadeiro boom e tornou-se a especialidade médica que mais cresceu no país desde então. Não que a acupuntura tenha recebido status de tratamento principal para qualquer tipo de patologia ou doença. Seu papel de terapia complementar é o mesmo desde a época da fundação da Sociedade Brasileira de Acupuntura e Medicina Oriental em 1958 (hoje Associação Brasileira de Acupuntura).
Porém, segundo o acupunturista Wilson Tadeu Ferreira e um dos diretores da Associação Médica Brasileira de Acupuntura (AMBA), a terapia não tem apenas objetivos estéticos. Ao atingir os canais de energia (meridianos), que são os centros nervosos responsáveis pelas dores, muitas doenças podem ser tratadas por meio da acupuntura, como gastrite, sinusite, alergias, enxaquecas e até doenças emocionais como a depressão - em alguns casos, a acupuntura toma o papel de protagonista no tratamento.
Comprovação científica e avanços
Definitivamente a acupuntura passou por mudanças nestes mais de cinco mil anos de História: não apenas pelas agulhas de aço inoxidável, primeira grande mudança da terapia que antigamente usava espinhas de peixe e bambu. "Estudos recentes, inclusive da Escola Paulista de Medicina aqui no Brasil, comprovam a eficácia da acupuntura. Nos Estados Unidos ela está sendo estudada pela neurociência, através de ressonância magnética funcional. Por exemplo, existe um ponto no pé que diz que é bom para a visão, então o acupunturista estimula este ponto com a agulha e a ressonância capta este benefício gerado por esta incisão", explica Mário.
 Os meridianos de energia e os conceitos também foram se modificando com o tempo e agregando outras acupunturas, como as só feitas na cabeça (facial) ou orelhas (auricular). Outro grande avanço foi o estimulador elétrico, dando início ao que se chama de eletroacupuntura, que nada mais é que a incisão de eletrodos na pele, capazes de tonificar músculos e formar colágeno, pontos fundamentais para o rejuvenescimento. "Os resultados dessa terapia na face ganham ainda mais resultados se aliadas a tratamentos cosméticos mais tradicionais, como o uso do ácido hialurônico (segundo boa parte dos dermatologistas, a substância chave de todo bom produto antiidade). São, sem dúvidas, tratamentos sinérgicos", aponta Mário.
E se você nunca foi de confiar muito nos resultados da acupuntura, este mito já caiu por terra há mais de 15 anos. Reconhecida pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) desde 1995, hoje para ser um acupunturista "dentro da lei", é preciso ser formado em Medicina e ter o título de especialista, como qualquer outra especialidade médica. Isso tem aumentado a confiabilidade das pessoas no tratamento. O resultado disso é que a fila para uma sessão no SUS pode chegar a seis meses. Se não quiser esperar, o jeito é procurar as clínicas particulares. Os preços de uma sessão tradicional não são salgados e variam entre R$30 e R$100. Mas, fique esperto para não cair nas mãos de um não-especialista!

Fonte: AreaH/ Associação Médica Brasileira de Acupuntura
Revista Medicando.

Por detrás da Ansiedade: Compulsão Alimentar




A compulsão alimentar é um transtorno alimentar comum, em que um indivíduo consome regularmente uma grande quantidade de comida de uma vez só, ou constantemente, mesmo quando não tem fome. A compulsão alimentar pode ocorrer em pessoas de qualquer sexo, raça, idade ou estrato socioeconômico e, como quem sofre do transtorno de compulsão alimentar aumenta com frequência de peso ou se torna clinicamente obeso, torna-se passível de contrair uma grande variedade de doenças. 


Sinais de Compulsão Alimentar

● Ingerir uma quantidade excessiva de comida, mesmo quando não tem fome;

● Comer até se sentir desconfortavelmente cheio ou mesmo agoniado;

● Esconder hábitos alimentares devido a vergonha ou embaraço;

● Esconder comida para episódios de voracidade;

● Esconder embalagens vazias ou caixas de alimentos e gerar lixo em excesso;

● Comer constantemente enquanto houver comida disponível;

● Comer quando está sob pressão ou se sente psicologicamente diminuído/a;

● Sentir-se subjugado/a, envergonhado/a e/ou culpado/a durante e/ou depois de um episódio de voracidade;

● Exprimir repugnância em relação a hábitos alimentares, peso, corpo ou aparência;

● Expressar descontentamento com a aparência, peso ou auto-estima.


Diagnóstico de Compulsão Alimentar

O transtorno de compulsão alimentar deve ser diagnosticado por um profissional qualificado, de acordo com os critérios de saúde mental reconhecidos. Estes critérios de diagnóstico incluem episódios cíclicos de alimentação em excesso e sensação de perda de controle durante os episódios, bem como episódios de compulsão alimentar com pelo menos três das seguintes características: comer depressa, comer até atingir mal-estar físico, comer quando não se tem fome, comer sozinho ou ter sentimentos de vergonha e culpa em relação à alimentação. Outros critérios incluem expressão de ansiedade ou angústia em relação à ingestão compulsiva, episódios de voracidade que ocorrem pelo menos duas vezes por semana durante um período mínimo de seis meses e compulsão alimentar sem recurso posterior a um método de purga (vômito auto-induzido, exercício excessivo, etc).

Obter Ajuda e Tratamento

Não há uma cura reconhecida para o transtorno de ingestão compulsiva. Posto isto, há uma variedade de opções de tratamento que podem ser combinadas de acordo com as necessidades específicas do paciente. As opções de tratamento para o transtorno de compulsão alimentar incluem aconselhamento/terapia, aconselhamento ou terapia familiar, terapia cognitivo-comportamental (para alterar os comportamentos alimentares), frequência de grupos de apoio ou terapia de grupo e aconselhamento e planeamento nutricional.

Habitualmente, não são usados medicamentos para tratar o transtorno de ingestão compulsiva, apesar de poderem ser usados supressores de apetite com controle médico e alguns medicamentos, como anti-depressivos, para o tratamento de condições associadas.

O transtorno de compulsão alimentar é um transtorno alimentar comum, embora muitas vezes mal compreendido. Qualquer informação adicional sobre o transtorno de compulsão alimentar deve ser procurada junto de um médico, um especialista em transtornos alimentares ou outros terapeutas relacionados com este tipo de condição de saúde.


Socializa aê !



Olá galera,

Mais uma vez, Bem-vindos ao blog 'A Arte do Cuidar' !
Desde já agradeço pelos crescentes acessos, comentários e pela divulgações das matérias do blog, isso demonstra uma crescente busca pelo conhecimento e pela qualidade de vida! É isso aê!

Pensando em vocês, decidi criar este espaço aqui para que postem o que quiserem:
sugestões de temas, críticas, indignações, dúvidas, opiniões, contatos, divulgações de redes sociais, enfim, tudo o que vocês acharem conveniente para a crescente melhoria deste blog, construção do conhecimento e benefício à saúde.

Abraço a todos.

Iedda Carolina'

Depressão: tristeza que não passa!


O que é a depressão?
Depressão é uma doença que se caracteriza por afetar o estado de humor da pessoa, deixando-a com um predomínio frequente e anormal de tristeza, pessimismo, baixa autoestima por um período muito longo. Todas as pessoas, homens e mulheres, de qualquer faixa etária, podem ser atingidas, porém mulheres são duas vezes mais afetadas que os homens. Em crianças e idosos a doença tem características particulares, sendo a sua ocorrência em ambos os grupos também freqüente.

Como se desenvolve a depressão?
As causas de depressão são múltiplas, de maneira que somadas podem iniciar a doença. Deve-se a questões constitucionais da pessoa, com fatores genéticos e neuroquímicos (neurotransmissores cerebrais) somados a fatores ambientais, sociais e psicológicos, como: 
- Estresse
- Estilo de vida
- Acontecimentos vitais como: crises e separações conjugais, morte na família, crise da meia-idade, etc.

O que sente a pessoa deprimida?
São sintomas de depressão:
-Humor depressivo ou irritabilidade, ansiedade e angústia;
-Desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas;
-Diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer em atividades anteriormente consideradas agradáveis;
-Desinteresse, falta de motivação e apatia;
-Falta de vontade e indecisão;
-Sentimentos de medo, insegurança, desesperança, desespero, desamparo e vazio;
-Pessimismo, ideias frequentes e desproporcionais de culpa, baixa autoestima, sensação de falta de sentido na vida, inutilidade, ruína, fracasso, doença ou morte;
-A pessoa pode desejar morrer, planejar uma forma de morrer ou tentar suicídio;
-Interpretação distorcida e negativa da realidade: tudo é visto sob a ótica depressiva, um tom "cinzento" para si, os outros e o seu mundo;
-Dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e esquecimento;
-Diminuição do desempenho sexual (pode até manter atividade sexual, mas sem a conotação prazerosa habitual) e da libido;
-Perda ou aumento do apetite e do peso;
-Insônia (dificuldade de conciliar o sono, múltiplos despertares ou sensação de sono muito superficial), despertar matinal precoce (geralmente duas horas antes do horário habitual) ou, menos frequentemente, aumento do sono (dorme demais e mesmo assim fica com sono a maior parte do tempo);
-Dores e outros sintomas físicos não justificados por problemas médicos, como dores de barriga, má digestão, azia, diarreia, constipação, flatulência, tensão na nuca e nos ombros, dor de cabeça ou no corpo, sensação de corpo pesado ou de pressão no peito, entre outros.
É importante ressaltar que a quantidade e intensidade dos sintomas apresentados pelo indivíduo depressivo variam a depender do grau da depressão. Quanto mais grave é a depressão, há o predomínio de um maior número de sintomas.

Como se trata a depressão?
A depressão é uma doença reversível, ou seja, há cura completa se tratada adequadamente. 
O tratamento médico sempre se faz necessário, sendo o tipo de tratamento relacionado ao perfil de cada paciente. Pode haver depressões leves, com poucos sintomas e com pouco prejuízo sobre as atividades da vida diária. Nesses casos, o acompanhamento médico é fundamental, mas o tratamento pode ser apenas com tratamento psicológico (psicoterápico) e atividades físicas.
Pode haver também casos de depressões bem mais graves, com maior prejuízo sobre o dia-a-dia do indivíduo, podendo ocorrer também sintomas psicóticos (como delírios e alucinações) e ideação ou tentativas de suicídio. Nessa situação, o tratamento medicamentoso se faz obrigatório, além do acompanhamento psicoterápico.
Os medicamentos utilizados são os antidepressivos, medicações que são bem toleradas e seguras se prescritas e acompanhadas pelo médico. Em alguns casos faz-se necessário associar outras medicações, que podem variar de acordo com os sintomas apresentados (ansiolíticos, antipsicóticos). 

Clique no link abaixo e assista as DICAS para combater a depressão: 


Não perca o brilho e a alegria de viver!! Depressão tem cura! Procure Ajuda, você pode!



Fontes: 

Fortalecimento de Tríceps, Abdômen e Peitoral


Fortaleça seus músculos com os exercícios abaixo: 
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1. Deitada na bola suíça, com apoio das costas, as duas pernas flexionadas e pés apoiados no chão. Os braços elevados e segurando um peso de 1kg em cada uma das mãos. Abrir os braços em 4 tempos, lateralmente e alongados, e voltar em 4 tempos à posição inicial. Repetir o exercício 4 vezes.




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2. Deitada na bola suíça, pernas flexionadas e pés no chão, os braços flexionados e segurando um peso de 1kg em cada mão. O movimento deve ser de elevar os pesos, estendendo os braços e voltando à posição inicial de 90 graus. Repetir o exercício 4 vezes.





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3. Deitada na bola suíça, com apoio das costas, pernas afastadas e flexionadas, pés apoiados no chão. Os braços alongados acima da cabeça, segurando um peso de 1kg em cada mão. Em 4 tempos, trazer os braços à posição central de 90 graus e voltar para cima em 4 tempos. Repetir o exercício 4 vezes.



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4.Sentada numa cadeira, com os pés apoiados no chão, segurando a cadeira com as mãos, tire os quadris da cadeira e desça em direção ao chão, flexionando os braços e ficando numa posição de 90 graus. 4 tempos para descer e 4 tempos para voltar sem se sentar na cadeira. Repetir o exercício 4 vezes.


Fonte: Revista Saúde e Lar.

Shantala, a massagem do bebê.

Interessado em conceitos biológicos, o antropólogo Ashley Montagu declarou que um ser humano pode sobreviver a privações sensoriais extremas de visão ou audição, desde que seja mantida a experiência sensorial da pele. 

Partindo desse conceito, é fácil entender por que o médico francês Fréderick Laboyer se encantou com a imagem de uma mulher indiana chamada Shantala, enquanto esta massageava seu filho. Após observar a aplicação da técnica, o médico trouxe para o Ocidente essa prática, que ficou conhecida como Shantala, e que se fundamentava nos princípios de prevenir doenças e estimular um estilo de vida saudável, bem como o estabelecimento de vínculos afetivos entre mãe e filho.


Dessa forma, a Shantala consiste em movimentos lentos para acariciar a pele e alongar o corpinho do bebê (peito, braços, mãos, barriga, pernas, pés, costas e rosto) e pode ser aplicada diariamente. Para os bebês, os benefícios da massagem já foram cientificamente provados. Além do fortalecimento do vínculo entre o bebê e sua mãe, um estudo realizado pela Universidade de Warwick (Reino Unido) mostrou que há evidências de melhora do sono e relaxamento, redução do choro, equilíbrio hormonal e controle do estresse. Além disso, há decréscimo significativo na incidência de doenças e visitas médicas, favorece o funcionamento do intestino, diminui os gases e as cólicas; estimula o desenvolvimento psicomotor; melhora o alongamento; ativa a circulação sanguínea e linfática

( Providencie uma caixa ou uma bolsa para guardar todos os utensílios da massagem: óleo de boa qualidade, toalha, para colocar embaixo do bebê; fraldas para depois da massagem; meias, para o caso de os pezinhos esfriarem; tecido de seda ou algodão, para brincar ou cobrir o bebê, itens de banho )

Segundo a fisioterapeuta Ana Paula Russo Schwantes, especialista em fisioterapia do Centro Integrado de Yoga, Meditação, as mães também se beneficiam dessa massagem: “Para elas, observamos interrupção de hemorragia, contração do útero, melhora da circulação e aumento da prolactina”. Outro estudo científico indica que há ainda redução da depressão pós-parto. Aumento da autoestima e maior confiança nos cuidados com o bebê, melhora dos sentidos e intuição para compreender as suas necessidades seriam outras vantagens dessa prática.


A massagem pode ser aplicada a partir de um mês de vida, admitido seu início em qualquer idade: “A duração deve ser de 15 a 30 minutos, e, conforme a criança for crescendo, as manobras e o tempo da massagem também aumentam”, garante Ana Paula.



5 dicas para a massagem do bebê

1. Faça a massagem diariamente e, se possível, na mesma hora. O ideal é que seja feita pela manhã, ou à tarde, logo após o período de descanso.
2. Escolha um local em que você se sinta bem e onde a massagem possa ser feita regularmente. A ideia é que o bebê se recorde dele e se sinta seguro. Quando ele completar alguns meses de vida, você poderá massageá-lo ao ar livre, especialmente naqueles dias mais quentes durante o verão.
3. Experimente diversas possibilidades, até encontrar a sua posição ideal. Para quem massageia, a coluna deve ser mantida reta, pois estimula a organização interna, exatamente quando se faz uma postura similar ao ioga.
4. Esteja envolvida enquanto massageia seu filho: a postura interna da mãe que tem contato físico com seu bebê é elemento determinante nesse momento. Não é a técnica que regula o efeito e a qualidade da massagem, mas, sim, a intenção de proporcionar satisfação e bem-estar ao seu filho.
5. Antes de começar, observe bem as suas mãos. Afinal, será por meio delas que você estabelecerá o contato com o bebê. Elas precisam estar aquecidas e extremamente limpas, bem como desprovidas de anéis ou qualquer outro acessório que possa comprometer o processo da massagem.


Assista o vídeo e aprenda como fazer a Shantala em seu Bebê




Fonte: Revista Viva Saúde - Adaptado.




Herpes

Herpes Labial


Mais comum do que se imagina, 90% da população mundial possui o vírus do herpes, mas somente 10% dela não consegue criar imunidade para adormecê-lo. Sem cura, a doença pode ser tratada e controlada 



Se você nunca teve herpes, provavelmente já viu alguém com os sintomas do vírus. Trata-se de uma doença infecciosa muito contagiosa, geralmente benigna, causada por dois vírus da família dos Herpesviridae. 
O tipo 1 é conhecido comumente como herpes labial e o tipo 2, como genital, ambos são chamados de herpes simples. Existem pelo menos mais seis tipos de vírus que também são chamados de herpes, mas que apresentam diferentes sintomas e tratamentos. Uma dessas doenças é causada pelo vírus Varicela-herpes-zoster, que a gente conhece melhor com o nome de catapora. 
O espaçamento entre uma manifestação e outra varia, mas, em média, ocorre de quatro a seis vezes por ano. Embora o herpes se manifeste geralmente nos lábios ou na região genital, em alguns casos pode ocorrer no nariz, olhos, bochecha, nádegas e coxa. Há casos mais sérios em que a doença pode desencadear sequelas irreversíveis. Por isso, o ideal é procurar um médico ao observar os primeiros sintomas.

Como atua

O herpes é altamente contagioso, tanto que é uma das doenças mais disseminadas no mundo. "Para se ter uma ideia, a hepatite, por exemplo, acomete 2% da população mundial e a AIDS, menos de 1%. Enquanto o herpes, como já dissemos, afeta 90%". 

Segundo uma pesquisa realizada pelo dermatologista Omar Lupi, professor do curso de Imunologia e Alergia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e chefe do Serviço de Dermatologia da Policlínica Geral do Rio de Janeiro, com crianças de até 12 anos, 50% delas já continham o vírus. "Isso mostra como o herpes labial é mais facilmente disseminado na infância, quando as crianças costumam levar objetos à boca e dividir copos e talheres", afirma. Já o herpes genital tem maior incidência de contágio na adolescência, quando há início da vida sexual.

Depois da primeira exposição ao vírus, ocorre um período de incubação que dura cerca de três a sete dias. Durante esse espaço de tempo, não existem sintomas, e o vírus não pode ser transmitido para outras pessoas.

Transmissão
A transmissão ocorre quando uma pessoa com o herpes manifestado encosta na pele de outra - seja o herpes labial ou genital. No caso do labial, o contato é ainda mais fácil, ao usar os mesmos copos e talheres ou beijar. O herpes genital é mais comumente passado por meio de relações sexuais. Uma vez em contato com o vírus, a pessoa passa a ser portadora, e não há cura. 
O vírus entra pela pele e se aloja em uma estrutura nervosa chamada gânglio paravertebral. Embora em algumas pessoas as bolhas e a infecção ocorram sempre na mesma região, não é possível sanar a doença fazendo nenhum tipo de intervenção ou cirurgia local. Por mais que o herpes se manifeste sempre no mesmo local do lábio, por exemplo, não adianta fazer uma cirurgia local de retirada das bolhas que se formam, porque a causa viral não está alojada ali, mas no sistema nervoso.
Para a maioria das pessoas o vírus só será incômodo uma vez, ficando adormecido. Para 10% das pessoas que contêm o herpes, sua manifestação é eventual, pois elas não possuem um sistema imune eficiente para esse vírus específico.
Criança com Catapora


Principais sintomas

Normalmente a pessoa que tem o herpes labial sente um discreto ardor, prurido (coceira) poucas horas antes de surgirem as lesões características do herpes, que são as vesículas (pequenas bolhas) agrupadas, com inchaço e vermelhidão por baixo. Essas bolhas podem infectar e apresentar pus, que depois se rompem e formam pequenas feridas. Além desses sintomas mais comuns, em alguns casos também há queixas de mal-estar, febre e desconforto.

Depois dos primeiros sinais de coceiras, ardências ou fisgadas, costumam passar de 6 a 12 horas antes que as bolhas surjam, se rompam e causem as lesões. Por isso, é possível evitar os machucados ao sentir os primeiros sinais. Varia de pessoa para pessoa, mas algumas conseguem perceber os sinais de que o herpes está se manifestando, e é aí que o medicamento tópico ou oral deve ser utilizado para anular as lesões.

Fatores desencadeantes

Uma vez com o vírus, cada pessoa deve ficar atenta para perceber quais os fatores que desencadeiam o processo do herpes. Os mais comuns são a queda de imunidade, traumas, cansaço, estresse, exposição ao sol ou ao frio intenso e tensão emocional.

De maneira geral, é importante cuidar do sistema imunológico e procurar se hidratar e se alimentar bem, mesmo fora da rotina e nas festas de final de ano, quando costumamos exagerar nos alimentos, bebidas e poucas horas de sono.

Diagnóstico

Nos casos típicos, é suficiente o exame clínico, pois os sinais costumam ser característicos e reconhecidos rapidamente pelo médico habilitado. Em situações especiais, pode ser necessária a identificação do vírus por meio do exame citológico (avalia as células atingidas) da lesão ou mesmo a comprovação laboratorial de outros órgãos atingidos.

Quando é necessária uma confirmação mais precisa, o médico pode colher material das bolhas para isolar o vírus - este exame é positivo em 50% a 80% dos casos de herpes genital. Existem também alguns exames de sangue que são mais utilizados com finalidade de pesquisas, pois indicam apenas se a pessoa possui ou não o vírus, mas não indicam se ela sofrerá uma crise ou se poderá se tornar contagiosa.

Como tratar

A única maneira de evitar o contágio é não entrar em contato com lesões evidentes. E, como a maioria das doenças virais, o herpes não tem cura. 

Herpes Genital:
Encontrada no pênis, na vagina, vulva e ânus.

As medicações orais mais utilizadas para evitar as lesões são aciclovir, famciclovir e valaciclovir. Esses remédios evitam a multiplicação do vírus e diminuem o tempo de duração das crises. Quando há lesões, é preciso ter cuidado para não espalhar o vírus de uma parte do corpo para outra. O ideal é evitar tocar os olhos ou a boca depois de encostar nas bolhas. Lavar as mãos com frequência também ajuda. No caso do herpes genital, para evitar o contágio é fundamental o uso de preservativos. 



Para realizar o tratamento, procure o médico!

Luto



Em nossa cultura ocidental, a ideia de morte vem acompanhada de grande pesar, medos e angústias, que, muitas vezes, nos dificultam encará-la como um processo natural da condição humana. 

Por que nos sentimos tão ameaçados frente à morte de um ente querido?
Quando perdemos uma pessoa próxima, além da angústia e tristeza que a saudade nos impõe, também nos sentimos ameaçados frente à sua morte. Essa sensação nos aproxima da nossa própria condição humana e ao fato de que a morte também nos permeia e, fatalmente, nos atingirá um dia. Isso nos torna ainda mais vulneráveis, em um momento que já é tão difícil.


O que é o Luto? 
Para Freud “luto é a reação à perda de um ente querido, à perda de alguma abstração que ocupou o lugar de um ente querido, como o país, a liberdade, o ideal de alguém e assim por diante”.  
Aqui, vamos nos ater à perda de um ente querido. É importante ressaltar que o luto é um processo que se inicia com a perda propriamente dita e se desenrola até o período de sua elaboração, ou seja, quando o indivíduo enlutado volta-se, novamente, ao mundo externo. 
Para a psicanálise, desde que o luto seja superado, ele não é considerado uma condição patológica, mesmo que traga consigo grandes mudanças no estilo de vida de quem o vivencia, tal como a perda de interesse por atividades do cotidiano e pelo convívio social.  

Como identificar o processo de enlutamento?
Cada indivíduo reage ao luto de forma distinta, variando de acordo com sua estrutura emocional, suas vivências e sua capacidade para lidar com perdas.  É fundamental que esse processo de enlutamento seja vivenciado até que ele seja superado, para que a dor da perda não fique reprimida e se manifeste posteriormente como algum outro sintoma. Esse é um processo lento e sua melhora é gradual, com período de duração variável para cada pessoa. 

O processo de enlutamento é, normalmente, vivenciado por meio de um ou mais sintomas, listados abaixo: 
• Entorpecimento – O indivíduo recentemente enlutado sente-se descrente, em choque, atordoado, desamparado. Isso acontece devido à dificuldade em aceitar a perda.  
• Negação – Se apresenta como mecanismo de defesa frente a essa situação tão dolorosa, onde a pessoa se nega a aceitar ou acreditar que seu ente tenha falecido.
• Anseios - Crises intensas de choro e dor profunda. A perda pode gerar um grande anseio por reencontrar a pessoa morta. A impossibilidade desse reencontro pode gerar crises intensas de choro e dor profunda, assim como uma preocupação excessiva com os pertences e objetos que tornem sua lembrança viva. 
• Culpa – Em muitos casos, esse sentimento é bastante presente. O enlutado pode, ao relembrar alguns eventos vivenciados com a pessoa morta, achar que deveria ter agido de forma diferente nessas ocasiões, ou, até mesmo, que poderia ter evitado sua morte. 
• Raiva, desespero, falta de prazer e hostilidade - Muitas vezes, o enlutado se volta contra amigos, familiares, médicos, Deus e, quando há o sentimento de culpa, contra si mesmo. Ele pode vir a se afastar dos amigos e do convívio social, assim como perder o prazer e interesse no mundo externo, tanto em atividades novas quanto costumeiras.


Como superar? 
A recuperação do luto se inicia quando o enlutado passa a construir um novo tipo de vínculo com a pessoa morta, fazendo com que a relação seja preservada em outro patamar, ou seja, quando o indivíduo falecido é internalizado, continuando, assim, a viver no mundo interno do enlutado. 
O sofrimento começa, então, a diminuir e ele torna a resgatar laços sociais, retomando vínculos antigos e construindo novas relações. Podem ocorrer recaídas, principalmente em datas que lembrem o indivíduo falecido, como aniversários de nascimento ou de morte, porém, o apoio e a compreensão, tanto dos amigos quanto dos familiares, ajudarão a fazer do processo de enlutamento algo mais suportável.
Com o tempo, o enlutado volta a se inserir no mundo externo de modo pleno e, normalmente, com uma capacidade maior e amadurecida de suportar perdas.


Fonte: Revista Medicando - Adaptado.


Câncer de Boca

O que é o câncer de boca?
São tumores malignos que acometem a boca e parte da garganta. Pode se desenvolver nos lábios, língua, céu da boca, gengiva, amígdala e glândulas salivares.

Como posso perceber um câncer de boca?
O câncer de boca pode se manifestar sob a forma de feridas na boca ou no lábio que não cicatrizam, caroços, inchações, áreas de dormência, sangramentos sem causa conhecida, dor na garganta que não melhora e manchas esbranquiçadas ou avermelhadas na parte interna da boca ou no lábio. Nas fases mais evoluídas, o câncer da boca provoca mau hálito, dificuldade em falar e engolir, caroço no pescoço e perda de peso. Na presença de sintomas como esses, procure serviço médico o mais breve possível.

O que pode levar uma pessoa a ter esse tipo de câncer?
O fumo e o álcool são os principais fatores de risco para o desenvolvimento do câncer da boca. Pessoas que fumam e consomem bebidas alcoólicas excessivamente têm maior risco de desenvolver o câncer da boca. O risco aumenta quanto maior for o número de cigarros e de doses de bebidas consumidos. Além disso, fatores como a falta de higiene bucal e a alimentação pobre em vitaminas e minerais, principalmente em vitamina C e a exposição excessiva  ao sol também aumentam o risco de desenvolvimento do câncer de boca.

É possível descobrir o câncer de boca no início?
Sim. O exame rotineiro da boca feito por um profissional de saúde pode diagnosticar lesões no início, antes de se transformarem em câncer. Pessoas com mais de 40 anos que fumam e bebem devem estar mais atentas e ter sua boca examinada por profissional de saúde (dentista ou médico) pelo menos uma vez ao ano.

Onde pode ser realizado o exame de boca?
Profissionais de saúde treinados dos Centros de Especialidades Odontológicas (CEO) e de postos ou centros de saúde podem realizar o exame.

O auto-exame previne a doença?
O auto-exame da boca é uma técnica simples que a própria pessoa faz para conhecer a estrutura normal da boca e, assim, identificar possíveis anormalidades, como mudanças na aparência dos lábios e da parte interna da boca, endurecimentos, caroços, feridas, e inchações.  Entretanto, esse exame não substitui o exame clínico realizado por profissional de saúde treinado. Para a realização do auto-exame são necessários um espelho e um ambiente bem iluminado. Mesmo que não encontre nenhuma alteração, é importante a consulta regular ao dentista para o exame clínico da boca.




A imagem abaixo mostra como realizar o auto-exame da boca:







Como diminuir o risco de câncer de boca?
• Evite ou reduza o consumo de fumo e de álcool; 
• Mantenha uma boa higiene bucal;
• Faça uma alimentação rica em frutas, verduras e legumes;
• Visite o dentista regularmente.

Qual o tratamento para esta doença?
O tratamento é baseado no tipo e na gravidade que se encontra a doença, por isso quanto mais cedo é feito o diagnóstico mais efetivo poderá ser o tratamento. 
A depender do caso, poderá ser empregado a cirurgia de remoção e/ou radioterapia com cura de até 80%  das lesões iniciais restritas ao seu local de origem, ou seja, aquelas que ainda não se disseminaram para outras regiões do corpo como pescoço.
Quando existe aumento dos 'gânglios' do pescoço é indicado a remoção desses gânglios durante a cirurgia. Nestes casos, a situação do câncer é mais grave. As quimioterapias associadas à radioterapia são empregadas nos casos mais avançados, quando a cirurgia não é possível.   



Cuide-se!! Sua Saúde é Muito Importante!!



Fonte: Instituto Nacional do Câncer - INCA
Disque Saúde: 0800-611997