Clínica Geral

Saiba mais sobre doenças, tratamentos e sintomas

Nutrição

Dicas sobre refeição equilibrada, dietas e benefícios alimentares.

Psicologia

Bem-estar e saúde mental

Em Movimento

Exercícios para relaxamento e condicionamento físico, mexa-se!

Corpo

Dicas e cuidados para a saúde do corpo.

Um Dele e um Dela: Preservativos Masculinos e Femininos


Não há como negar: Usar camisinha durante a relação sexual é a melhor e mais segura maneira de se proteger contra DSTs (doenças sexualmente transmissíveis), inclusive a Aids! Além disso, é um bom método de prevenção da gravidez, pois o preservativo impede o contato com o sangue, o esperma e a secreção vaginal. Dessa forma, a camisinha deve ser sua maior aliada em todas as relações sexuais!  



Vale a pena usar preservativo porque:

1. É higiênico

É a forma mais confiável de se transar. Previne doenças sexualmente transmissíveis e gravidez.


2. Não tem contra-indicações
A camisinha não possui efeitos colaterais. Os casos de alergia a látex são muito raros e, para estas pessoas, há sempre os preservativos feitos com poliuretano.


3. Tem para todos os gostos
Com maior ou menor espessura, com lubrificante ou não, com cores diferentes, texturas, sabores ou até tocando música, a camisinha pode se transformar em um componente altamente divertido da relação sexual. Desde que, claro, se tenha a certeza de que ela é segura. Acima de tudo, porém, o uso da camisinha obriga as pessoas a pensarem na necessidade de praticar o sexo com responsabilidade, o que acaba se refletindo em todos os aspectos de sua vida sexual e amorosa. Seja um testador dos diferentes tipos de camisinha, assim você se protege e se diverte!! 

Onde pegar ?!

O preservativo masculino, assim como o feminino, é distribuído gratuitamente em toda a rede pública de saúde e em algumas escolas parceiras do projeto Saúde e Prevenção nas Escolas. Caso você não saiba onde retirar a camisinha, ligue para o Disque Saúde (136) e se informe.




CAMISINHA MASCULINA

O preservativo masculino ou camisinha é uma capa de borracha (látex) que, colocada corretamente sobre o pênis, evita a transmissão de aids, hepatites virais e outras doenças sexualmente transmissíveis (DST). Serve, também, para evitar a gravidez. 

Por que a camisinha masculina estoura?
  • más condições de armazenamento;
  • não observação do prazo de validade;
  • danificação da embalagem;
  • sexo anal sem lubrificação adequada;
  • uso de lubrificantes oleosos em vez de aquosos;
  • presença de ar e/ou ausência de espaço para recolher o esperma na extremidade do preservativo;
  • tamanho inadequado do preservativo em relação ao pênis;
  • retirada do pênis sem que se segure firmemente a base do preservativo;
  • uso de dois preservativos (devido à fricção que ocorre entre eles);
  • uso de um mesmo preservativo durante coito prolongado.
  • Atente-se à adequada maneira de uso do preservativo e evite danos!


Como utilizar o Preservativo Masculino:






CAMISINHA FEMININA
A camisinha feminina também serve para se prevenir contra a aids, hepatites virais e outras doenças sexualmente transmissíveis. Assim como a opção masculina, também evita uma gravidez não desejada.  É feita de poliuretano, um material mais fino que o látex da camisinha que envolve o pênis. É, também, mais lubrificada.
A camisinha feminina possui cerca de 15 centímetros de comprimento e oito de diâmetro e possui dois anéis flexíveis (um menor e o outro maior). O anel menor é móvel e fica na extremidade fechada, servindo de guia para a colocação da camisinha no fundo da vagina. O segundo (anel maior), na ponta oposta, é aberto e cobre a vulva (parte externa da vagina).
Há muitas pessoas que criam estigmas e pré-conceitos acerca da camisinha feminina sem nunca ter sequer experimentado! Este preservativo dá independência à mulher e maior liberdade ao homem, sem abrir mão do sexo seguro. Se você nunca experimentou, o que te impede?! Experimente e tenha sua própria opinião!

Observações:
  • não usar o preservativo feminino junto com o preservativo masculino, pois o atrito e a fricção entre ambos podem favorecer o rompimento. Ou usa só o preservativo masculino ou só o preservativo feminino a cada relação sexual. 
  • ao contrário do preservativo masculino, o feminino pode ser colocado até oito horas antes da relação e retirado com tranquilidade após a relação, de preferência antes de a mulher levantar-se, para evitar que o esperma escorra do interior do preservativo;
  • para colocá-lo corretamente, a mulher deve encontrar uma posição confortável (em pé com um dos pés em cima de uma cadeira, sentada com os joelhos afastados, agachada ou deitada).
  • O anel móvel deve ser apertado e introduzido na vagina. Com o dedo indicador ele deve ser empurrado o mais profundamente possível para alcançar o colo do útero; a argola fixa (externa) deve ficar aproximadamente 3 cm para fora da vagina; durante a penetração o pênis deve ser guiado para o centro do anel externo.
  • Uma vez terminada a relação sexual, a camisinha deve ser retirada apertando o anel externo. Depois, basta puxar o preservativo para fora delicadamente. E a cada nova relação deve-se usar um novo preservativo.

Como usar o Preservativo Feminino:


Cuidados que se devem ter com a Camisinha Masculina e Feminina:
Na hora de comprar e de usar qualquer tipo de preservativo preste atenção na data de validade indicada na embalagem. 
Não utilize preservativos que estejam muito tempo guardados em locais abafados, como bolsos de calça, carteiras ou porta- luvas de carro, pois ficam mais sujeitos ao rompimento. Evite, igualmente, o uso de preservativos sobrepostos, pois também podem se romper com o atrito ou até mesmo se soltar/enrolar. 
Confira outros cuidados importantes:

• O preservativo deve estar sempre disponível, tenha um sempre à mão; 

• Armazene a camisinha em lugar fresco e seco, já que o calor, a luz e a umidade podem danificá-la;

• Certifique-se de que o produto contenha a identificação completa do fabricante ou do importador. É muito importante verificar se a embalagem do preservativo traz o símbolo de certificação do INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia, cuja finalidade é comprovar a qualidade do produto. 

• Leia atentamente as instruções contidas na própria embalagem, ou em outro material informativo. 

• Use preferencialmente as camisinhas lubrificadas, que vêm embaladas em pacotinhos quadrados à prova de luz; 

• Também dê preferência a camisinhas que possuam espermicidas, pois eles aumentam a eficácia desse método; 
• Não use lubrificante à base de derivados de petróleo. Se necessitar de mais lubrificação, use lubrificante à base de água (KY gel, geléias ou cremes espermicidas, que ainda aumentam a eficácia da camisinha, glicerina);


Lembre-se: manuseie com cuidado. Unhas, dentes e anéis podem rasgar; não desenrole antes de usar. Além disso, nunca use dois preservativos juntos, pois a fricção e o atrito entre eles durante a relação sexual pode provocar o rompimento. 

Quem viaja, perde a noção
A utilização de drogas, incluindo álcool, maconha, cocaína, crack ou ecstasy, não é uma boa. Você pode perder a noção do risco e esquecer da camisinha, por exemplo. Já o uso de drogas injetáveis é a forma mais arriscada para se contrair o HIV devido o compartilhamento de seringas. 


Basta uma única vez!
Quando não se tem certeza de que há fidelidade na relação, a camisinha deve sempre estar à mão! Uma única vez sem camisinha pode ser o suficiente. Assim, para efeito de prevenção do HIV, não importa onde, com quem ou com quantos você transa. Tanto faz se é com homem, com mulher, por amor, por diversão, ou por dinheiro. Solteiro (a) ou casado (a), não importa se você está apaixonado ou é fiel ao namorado(a) . Muito menos se você é soronegativo, positivo ou ainda não fez o teste anti-HIV. O que importa é transar de forma segura. Exija sempre camisinha. Esse é um comportamento de respeito e solidariedade. É a prova de que você pensa em si mesmo e no outro.


Faça o teste. É gratuito. 

Se você acha que teve um comportamento de risco (fez sexo sem camisinha, compartilhou seringas, etc) faça o teste anti-HIV, de preferência três meses depois do comportamento de risco, tempo necessário para aparecer os anticorpos. Faça preferencialmente na rede pública, que oferece aconselhamento antes e depois do teste. Tente conter a ansiedade e lembre-se de que resultado negativo não é vacina contra a Aids. E se o teste der positivo converse bastante com um profissional de saúde. Procure um grupo de apoio, que pode lhe ajudar a enfrentar a situação.


Localize o Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) mais próximo de sua casa e realize o teste anti-HIV, teste de hepatites, etc clicando no link: 


---------------------------------------//---------------------------------------------------

Para maiores informações sobre DST e Aids, acesse o portal do Departamento de DST e Aids - Ministério da Saúde pelo link : http://www.aids.gov.br/ 


Reportagem: 
SUS adquire 20 milhões de camisinhas femininas!



Fontes:

Siso, O Dente do Juízo!

Devido à modificação dos hábitos alimentares que a humanidade passou e vem passando ao longo de milhares de anos, o terceiro molar – o famoso dente do siso – veio perdendo sua função, transformando-se em um incômodo. Em muitos casos, mesmo estando formado totalmente, o siso fica incrustado no interior do osso. De outras vezes, deixa aparecer uma pontinha para fora da gengiva, ficando inclinado por trás do segundo molar. Geralmente, isso está associado à aglomeração dos outros dentes, devido à falta de espaço na boca.


Normalmente, os quatro dentes do siso (2 superiores e 2 inferiores, um de cada lado) nascem entre os 17 e os 20 anos. Se isso não acontecer, ele pode não existir ou estar numa posição mais horizontal no interior do osso. Quando ele está totalmente dentro do osso, pode provocar reabsorção de dentes vizinhos ou formação de cistos. Dependendo da posição do siso dentro do osso, é comum surgirem sintomas como fortes dores faciais e enxaquecas, por comprimir os feixes nervosos. 



Se nascer só parcialmente, o problema pode tornar-se mais perigoso ainda por ser uma porta de entrada de bactérias para dentro dos tecidos gengivais e ósseo, principalmente devido à dificuldade de higienização da área. Isso pode ocasionar a irritação local, gengivites, dor, abcessos e edema. Os dentes inclusos continuam a tentar atravessar o tecido da gengiva mesmo sem ter espaço suficiente para eles. A constante pressão causada por essa tentativa de erupção pode acabar por afetar as raízes dos dentes vizinhos. Por isso, removê-lo pode evitar sofrimentos futuros.

Mesmo quando o siso está a nascer numa posição favorável, pode ocorrer inflamação da gengiva acima dele. Isso geralmente acontece devido à entrada de restos alimentares entre a gengiva e o dente. Para evitar o problema, é importante escovar bem o local e fazer bochechos com antissépticos. Caso isso não resolva, deverá ser consultado o dentista.

A remoção do siso só não é aconselhável quando ele nasce em posição normal, perfeito, sem empurrar os outros dentes e quando há mordida suficiente entre o superior e o inferior. Caso contrário, devido a todos esses problemas, o melhor é extraí-lo. Se for necessária a extração do siso inferior, o superior também deve ser removido e vice-versa. Sem o seu antagonista, o dente mover-se-á no sentido dele e começará a ferir os tecidos gengivais. 
Como os dentes removidos antes dos 20 anos têm raízes menores e causam menos problemas, recomenda-se que as pessoas a partir dos 16 anos tenham os seus dentes do siso examinados e radiografados para avaliação da necessidade de remoção. Por ser um dente novo, para o deixar na boca, é importante a prevenção com aplicação de flúor selante, o que evita cáries.



Remover o siso já é uma prática rotineira e frequente nos consultórios dentários. O sucesso do pós-operatório depende muito de como a cirurgia é planeada e executada. O paciente pode colaborar muito seguindo corretamente as orientações do dentista. Marque uma consulta!!




Fonte: Revista Saúde e Lar - Adaptado.

Cuidados Antes e Durante a Gravidez



Mulheres que fazem acompanhamento do pré-natal no Sistema Único de Saúde (SUS) dispõem atualmente de 23 exames (veja a lista no fim do texto). Mesmo com esta cobertura, os cuidados para garantir uma gravidez saudável devem começar antes da fecundação, alerta o Ministério da Saúde durante a semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher.  
Exames globais para investigar anemia, problemas de pressão e de tireóide são fundamentais. “Além disso, é preciso investigar as doenças sexualmente transmissíveis. Nesse caso, o parceiro também deve ser examinado”, afirma a coordenadora nacional da Saúde da Mulher, Esther Vilela.
A infecção por rubéola na gravidez pode acarretar em inúmeras complicações para os recém-nascidos, como malformações. A vacina dupla viral, disponível na rede pública, é eficaz contra sarampo, rubéola e caxumba. “Para quem não está grávida, a rubéola é relativamente simples. Do contrário, pode levar ao óbito do feto”, afirma Esther.
Para evitar malformação da medula óssea e da meninge – membrana que reveste e protege o Sistema Nervoso Central (SNC), é recomendado fazer uso de ácido fólico três meses antes de engravidar. Os cuidados com a alimentação também devem ser anteriores à gravidez. “O ideal é que a mulher alimente-se corretamente. O cardápio precisa ser rico em frutas, vegetais e proteínas de alta qualidade. Gorduras e produtos industrializados devem ser evitados, além das bebidas alcoólicas, do fumo, uso de drogas e café”, alerta a coordenadora nacional da Saúde da Mulher, Esther Vilela.
Alimentos crus - Elevam o risco de contaminação por toxoplasmose, exige atenção redobrada no consumo de alimentos crus ou mal cozidos, como vegetais ou carnes, principalmente quando os procedimentos de higienização são desconhecidos. “Os problemas são variados e podem ser transmitidos ao feto. Há possibilidade de cegueira e microcefalia – quando não há desenvolvimento completo do cérebro ou da caixa craniana, por exemplo”.
Estética – Durante a gestação, há uma maior capacidade de desenvolver alergias, por isso é importante restringir o uso de produtos cosméticos. Produtos com ácido retinoico e vitamina A na fórmula, por exemplo, não podem ser usados.  Escova progressiva, alisamentos e tinturas também devem ser evitados. “Toda escova progressiva tem formol. Não tem como fugir disso. Esses são produtos com potencial tóxico. Há uma hipersensibilização neste período. Então, o recomendado é deixar de usar”, afirma a coordenadora nacional da Saúde da Mulher.
Atividades físicas – Na gravidez, o exercício físico deve ser leve ou moderado. A rotina de atividades depende do perfil de cada gestante. “Se a mulher nunca fez atividade física, não é recomendado que de uma hora para outra ela passe a fazer. É preciso ter cuidado para que seja de maneira gradual e suave”, explica Esther Vilela.
As caminhadas são uma boa opção, pois ativam a circulação, principalmente das pernas, e auxiliam o processo digestivo. “A mulher precisa encontrar um exercício prazeroso e que traga tranquilidade. Além disso, é importante evitar movimentos bruscos e abdominais”.

Exames solicitados para acompanhamento pré-natal:

Grupo sanguíneo e fator Rh (quando não realizado anteriormente);
• Sorologia para sífilis (VDRL)
• Urina tipo I
• Hemoglobina e hematócrito (Hb/Ht);
• Glicemia de jejum
• Teste anti-HIV com aconselhamento pré-teste e consentimento da mulher
• Sorologia para hepatite B (HBsAg)
• Sorologia para toxoplasmose
• Colpocitologia oncótica (Papanicolau), quando houver indicação.


Com a Rede Cegonha, foram acrescidos os seguintes exames:
•Teste rápido de gravidez
•Teste rápido de sífilis
•Teste rápido de HIV
•Cultura de bactérias para identificação (urina)
•Acréscimo de mais um exame de hematócrito, hemoglobina
•Ampliação do ultrassom obstétrico para 100% das gestantes
•Proteinúria (teste rápido)
•Teste indireto de antiglobulina humana (TIA) para gestantes que apresentarem RH negativo


 Exames adicionais para gestantes de alto-risco:
•Contagem de plaquetas
•Dosagem de proteínas (urina 24 horas)
•Dosagens de ureia, creatinina e ácido úrico
•Eletrocardiograma
•Ultrassom obstétrico com Doppler
•Cardiotocografia ante-parto


http://jovensmaispara.blogspot.com/2011/05/bem-vindo-maio.html


Você gestante, procure um serviço de saúde e faça um correto pré-natal! Cuide de você e do seu bebê ! 






Fonte: Ministério da Saúde - Adaptado.


Azia: Livre-se deste incômodo !


Azia é a sensação de ardor (queimação) na região do estômago, por vezes acompanhada de um sabor ácido ou amargo na boca, que pode ser temporariamente atenuada com um copo de água ou de leite. Também pode ocorrer uma dor no centro do peito, semelhante à de um ataque cardíaco. Há, ainda, quem também sinta náuseas. O refluxo ácido do estômago para o esôfago e à cavidade oral é a causa base da azia.



Normalmente, o músculo do diafragma envolve firmemente a ponta do esôfago, de forma a evitar que os ácidos estomacais retornem para p esôfago. Se este mecanismo não funcionar adequadamente, ocorre o refluxo do ácido gástrico. Quando o diafragma é demasiadamente largo, uma parte do estômago poderá escapar para cima, formando uma hérnia do hiato. A obesidade aumenta a probabilidade de isto acontecer.

O revestimento gastrointestinal produz, normalmente, mucos que o protegem das enzimas e dos ácidos digestivos. Quando este revestimento mucoso se rompe no esôfago (ou no estômago ou no duodeno), poder-se-ão formar inflamações, irritação, erosões ou mesmo úlceras. Se não for tratado, o refluxo poderá levar, até, a que ocorram mudanças cancerosas no esôfago.
Qualquer coisa que diminua o fluxo sanguíneo para o revestimento mucoso reduz a produção de muco ou aumenta a formação de ácido, elevando o risco. Há, também, vários fatores que causam o relaxamento dos músculos à volta da parte inferior do esôfago, fazendo com que exista mais probabilidades de que o conteúdo ácido do estômago entre no esôfago. Por isso, os médicos aconselham:
• Evitar as bebidas alcoólicas.
• Evitar a cafeína – café, chá preto ou verde, bebidas de cola.
• Evitar fumar.
• Controlar o estresse e tratar a ansiedade e a depressão.
• Evitar medicamentos, tais como anti-inflamatórios, e ler a bula dos medicamentos que se estiverem a tomar, para se certificar dos possíveis efeitos colaterais.
• Evitar o vinagre e as especiarias.
• Deitar 3 horas após as refeições.
• Elevar a cabeceira da cama.
• Perder o peso necessário para que se volte ao peso ideal.
• Evitar os líquidos às refeições e até duas horas depois de comer.
• Não usar roupas demasiado apertadas no abdômen.
• Não coma demasiado a qualquer das refeições.

O que comer?


Uma alimentação pobre em gorduras, rica em fibras, frutas e vegetais verdes e amarelos protege convenientemente o revestimento mucoso. Além disso, é importante ingerir uma boa quantidade de vitaminas A e C, de ácido fólico, de antioxidantes e de muitos fitoquímicos benéficos. As azeitonas e o abacate também possuem propriedades curativas e protetoras.
É importante evitar alimentos que aumentem a acidez do conteúdo estomacal como os ovos, o queijo e os alimentos com alto teor de gordura, uma vez que requerem ácidos muito fortes para a sua digestão.



Se os sintomas persistirem, apesar da mudança de hábitos, procure um médico! Cuide-se!


Fonte: Revista Saúde e Lar - Adaptado.

Os Benefícios da Acupuntura


Cada vez mais procuradas, a acupuntura é uma das mais famosas medicinas alternativas do Brasil, efetiva para males como estresse, ansiedade, problemas imunológicos e até mesmo impotência sexual – além de proporcionar um relaxamento que nem mesmo a massagem gostosa de sua companheira é capaz de proporcionar. Mas, o que poucos sabem é que a técnica milenar chinesa também é capaz de gerar alguns bons efeitos na aparência. Trata-se da acupuntura estética.
"É um excelente processo para retardar o envelhecimento, pois potencializa o rejuvenescimento facial através da estimulação. Ela atenua sensivelmente os sinais de envelhecimento da pele, tais como rugas, sinais de expressão e flacidez, e também revitaliza, oxigena e nutre a pele, realizando a renovação celular facial", aponta Selma Macedo, dermaticista (estética facial), especialista em medicina ortomolecular.
Já houve época em que qualquer profissional com certo grau de especialização poderia fincar agulhas por aí. Afinal, a técnica milenar da Medicina chinesa não era muito bem considerada um tratamento convencional. Porém, desde que foi adotada no Brasil pelo SUS (em 2006), a acupuntura teve um verdadeiro boom e tornou-se a especialidade médica que mais cresceu no país desde então. Não que a acupuntura tenha recebido status de tratamento principal para qualquer tipo de patologia ou doença. Seu papel de terapia complementar é o mesmo desde a época da fundação da Sociedade Brasileira de Acupuntura e Medicina Oriental em 1958 (hoje Associação Brasileira de Acupuntura).
Porém, segundo o acupunturista Wilson Tadeu Ferreira e um dos diretores da Associação Médica Brasileira de Acupuntura (AMBA), a terapia não tem apenas objetivos estéticos. Ao atingir os canais de energia (meridianos), que são os centros nervosos responsáveis pelas dores, muitas doenças podem ser tratadas por meio da acupuntura, como gastrite, sinusite, alergias, enxaquecas e até doenças emocionais como a depressão - em alguns casos, a acupuntura toma o papel de protagonista no tratamento.
Comprovação científica e avanços
Definitivamente a acupuntura passou por mudanças nestes mais de cinco mil anos de História: não apenas pelas agulhas de aço inoxidável, primeira grande mudança da terapia que antigamente usava espinhas de peixe e bambu. "Estudos recentes, inclusive da Escola Paulista de Medicina aqui no Brasil, comprovam a eficácia da acupuntura. Nos Estados Unidos ela está sendo estudada pela neurociência, através de ressonância magnética funcional. Por exemplo, existe um ponto no pé que diz que é bom para a visão, então o acupunturista estimula este ponto com a agulha e a ressonância capta este benefício gerado por esta incisão", explica Mário.
 Os meridianos de energia e os conceitos também foram se modificando com o tempo e agregando outras acupunturas, como as só feitas na cabeça (facial) ou orelhas (auricular). Outro grande avanço foi o estimulador elétrico, dando início ao que se chama de eletroacupuntura, que nada mais é que a incisão de eletrodos na pele, capazes de tonificar músculos e formar colágeno, pontos fundamentais para o rejuvenescimento. "Os resultados dessa terapia na face ganham ainda mais resultados se aliadas a tratamentos cosméticos mais tradicionais, como o uso do ácido hialurônico (segundo boa parte dos dermatologistas, a substância chave de todo bom produto antiidade). São, sem dúvidas, tratamentos sinérgicos", aponta Mário.
E se você nunca foi de confiar muito nos resultados da acupuntura, este mito já caiu por terra há mais de 15 anos. Reconhecida pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) desde 1995, hoje para ser um acupunturista "dentro da lei", é preciso ser formado em Medicina e ter o título de especialista, como qualquer outra especialidade médica. Isso tem aumentado a confiabilidade das pessoas no tratamento. O resultado disso é que a fila para uma sessão no SUS pode chegar a seis meses. Se não quiser esperar, o jeito é procurar as clínicas particulares. Os preços de uma sessão tradicional não são salgados e variam entre R$30 e R$100. Mas, fique esperto para não cair nas mãos de um não-especialista!

Fonte: AreaH/ Associação Médica Brasileira de Acupuntura
Revista Medicando.

Por detrás da Ansiedade: Compulsão Alimentar




A compulsão alimentar é um transtorno alimentar comum, em que um indivíduo consome regularmente uma grande quantidade de comida de uma vez só, ou constantemente, mesmo quando não tem fome. A compulsão alimentar pode ocorrer em pessoas de qualquer sexo, raça, idade ou estrato socioeconômico e, como quem sofre do transtorno de compulsão alimentar aumenta com frequência de peso ou se torna clinicamente obeso, torna-se passível de contrair uma grande variedade de doenças. 


Sinais de Compulsão Alimentar

● Ingerir uma quantidade excessiva de comida, mesmo quando não tem fome;

● Comer até se sentir desconfortavelmente cheio ou mesmo agoniado;

● Esconder hábitos alimentares devido a vergonha ou embaraço;

● Esconder comida para episódios de voracidade;

● Esconder embalagens vazias ou caixas de alimentos e gerar lixo em excesso;

● Comer constantemente enquanto houver comida disponível;

● Comer quando está sob pressão ou se sente psicologicamente diminuído/a;

● Sentir-se subjugado/a, envergonhado/a e/ou culpado/a durante e/ou depois de um episódio de voracidade;

● Exprimir repugnância em relação a hábitos alimentares, peso, corpo ou aparência;

● Expressar descontentamento com a aparência, peso ou auto-estima.


Diagnóstico de Compulsão Alimentar

O transtorno de compulsão alimentar deve ser diagnosticado por um profissional qualificado, de acordo com os critérios de saúde mental reconhecidos. Estes critérios de diagnóstico incluem episódios cíclicos de alimentação em excesso e sensação de perda de controle durante os episódios, bem como episódios de compulsão alimentar com pelo menos três das seguintes características: comer depressa, comer até atingir mal-estar físico, comer quando não se tem fome, comer sozinho ou ter sentimentos de vergonha e culpa em relação à alimentação. Outros critérios incluem expressão de ansiedade ou angústia em relação à ingestão compulsiva, episódios de voracidade que ocorrem pelo menos duas vezes por semana durante um período mínimo de seis meses e compulsão alimentar sem recurso posterior a um método de purga (vômito auto-induzido, exercício excessivo, etc).

Obter Ajuda e Tratamento

Não há uma cura reconhecida para o transtorno de ingestão compulsiva. Posto isto, há uma variedade de opções de tratamento que podem ser combinadas de acordo com as necessidades específicas do paciente. As opções de tratamento para o transtorno de compulsão alimentar incluem aconselhamento/terapia, aconselhamento ou terapia familiar, terapia cognitivo-comportamental (para alterar os comportamentos alimentares), frequência de grupos de apoio ou terapia de grupo e aconselhamento e planeamento nutricional.

Habitualmente, não são usados medicamentos para tratar o transtorno de ingestão compulsiva, apesar de poderem ser usados supressores de apetite com controle médico e alguns medicamentos, como anti-depressivos, para o tratamento de condições associadas.

O transtorno de compulsão alimentar é um transtorno alimentar comum, embora muitas vezes mal compreendido. Qualquer informação adicional sobre o transtorno de compulsão alimentar deve ser procurada junto de um médico, um especialista em transtornos alimentares ou outros terapeutas relacionados com este tipo de condição de saúde.


Socializa aê !



Olá galera,

Mais uma vez, Bem-vindos ao blog 'A Arte do Cuidar' !
Desde já agradeço pelos crescentes acessos, comentários e pela divulgações das matérias do blog, isso demonstra uma crescente busca pelo conhecimento e pela qualidade de vida! É isso aê!

Pensando em vocês, decidi criar este espaço aqui para que postem o que quiserem:
sugestões de temas, críticas, indignações, dúvidas, opiniões, contatos, divulgações de redes sociais, enfim, tudo o que vocês acharem conveniente para a crescente melhoria deste blog, construção do conhecimento e benefício à saúde.

Abraço a todos.

Iedda Carolina'

Depressão: tristeza que não passa!


O que é a depressão?
Depressão é uma doença que se caracteriza por afetar o estado de humor da pessoa, deixando-a com um predomínio frequente e anormal de tristeza, pessimismo, baixa autoestima por um período muito longo. Todas as pessoas, homens e mulheres, de qualquer faixa etária, podem ser atingidas, porém mulheres são duas vezes mais afetadas que os homens. Em crianças e idosos a doença tem características particulares, sendo a sua ocorrência em ambos os grupos também freqüente.

Como se desenvolve a depressão?
As causas de depressão são múltiplas, de maneira que somadas podem iniciar a doença. Deve-se a questões constitucionais da pessoa, com fatores genéticos e neuroquímicos (neurotransmissores cerebrais) somados a fatores ambientais, sociais e psicológicos, como: 
- Estresse
- Estilo de vida
- Acontecimentos vitais como: crises e separações conjugais, morte na família, crise da meia-idade, etc.

O que sente a pessoa deprimida?
São sintomas de depressão:
-Humor depressivo ou irritabilidade, ansiedade e angústia;
-Desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas;
-Diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer em atividades anteriormente consideradas agradáveis;
-Desinteresse, falta de motivação e apatia;
-Falta de vontade e indecisão;
-Sentimentos de medo, insegurança, desesperança, desespero, desamparo e vazio;
-Pessimismo, ideias frequentes e desproporcionais de culpa, baixa autoestima, sensação de falta de sentido na vida, inutilidade, ruína, fracasso, doença ou morte;
-A pessoa pode desejar morrer, planejar uma forma de morrer ou tentar suicídio;
-Interpretação distorcida e negativa da realidade: tudo é visto sob a ótica depressiva, um tom "cinzento" para si, os outros e o seu mundo;
-Dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e esquecimento;
-Diminuição do desempenho sexual (pode até manter atividade sexual, mas sem a conotação prazerosa habitual) e da libido;
-Perda ou aumento do apetite e do peso;
-Insônia (dificuldade de conciliar o sono, múltiplos despertares ou sensação de sono muito superficial), despertar matinal precoce (geralmente duas horas antes do horário habitual) ou, menos frequentemente, aumento do sono (dorme demais e mesmo assim fica com sono a maior parte do tempo);
-Dores e outros sintomas físicos não justificados por problemas médicos, como dores de barriga, má digestão, azia, diarreia, constipação, flatulência, tensão na nuca e nos ombros, dor de cabeça ou no corpo, sensação de corpo pesado ou de pressão no peito, entre outros.
É importante ressaltar que a quantidade e intensidade dos sintomas apresentados pelo indivíduo depressivo variam a depender do grau da depressão. Quanto mais grave é a depressão, há o predomínio de um maior número de sintomas.

Como se trata a depressão?
A depressão é uma doença reversível, ou seja, há cura completa se tratada adequadamente. 
O tratamento médico sempre se faz necessário, sendo o tipo de tratamento relacionado ao perfil de cada paciente. Pode haver depressões leves, com poucos sintomas e com pouco prejuízo sobre as atividades da vida diária. Nesses casos, o acompanhamento médico é fundamental, mas o tratamento pode ser apenas com tratamento psicológico (psicoterápico) e atividades físicas.
Pode haver também casos de depressões bem mais graves, com maior prejuízo sobre o dia-a-dia do indivíduo, podendo ocorrer também sintomas psicóticos (como delírios e alucinações) e ideação ou tentativas de suicídio. Nessa situação, o tratamento medicamentoso se faz obrigatório, além do acompanhamento psicoterápico.
Os medicamentos utilizados são os antidepressivos, medicações que são bem toleradas e seguras se prescritas e acompanhadas pelo médico. Em alguns casos faz-se necessário associar outras medicações, que podem variar de acordo com os sintomas apresentados (ansiolíticos, antipsicóticos). 

Clique no link abaixo e assista as DICAS para combater a depressão: 


Não perca o brilho e a alegria de viver!! Depressão tem cura! Procure Ajuda, você pode!



Fontes: