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Domine a TPM


Em média, ao longo da vida reprodutiva, a mulher tem aproximadamente 400 ciclos. Um número superlativo, principalmente para aquelas que sofrem de TPM todos os meses antes da menstruação.
tensão pré-menstrual (conhecida pela sigla TPM) é uma síndrome que atinge as mulheres e que ocorre, em maior ou menor grau, nos dias que antecedem a menstruaçãoOs sintomas variam em tipo e intensidade de pessoa para pessoa. De maneira geral, as mulheres com TPM apresentam alterações físicas, psíquicas e comportamentais, devido às mudanças nos níveis hormonais de estrogênio e de progesterona. Apresentam sensibilidade excessiva e mostram-se irritadas, nervosas e ansiosas de forma exacerbada. O choro é fácil e sem motivo aparente. 
Outros sintomas são: desânimo, fadiga ou cansaço, dor nas mamas, distensão abdominal, cefaleia e enxaqueca, falta ou aumento de apetite, insónia ou falta de sono, confusão ou esquecimento, obstipação intestinal ou não e diminuição ou aumento da libido. Nos casos mais graves, as mulheres são incapazes de realizar a rotina diária.
Causas
Entre os fatores relacionados com a causa da TPM, cinco são fundamentais: 
1. Hereditariedade. Filhas de mulheres com TPM ou depressão têm maior probabilidade de apresentar os sintomas. 
2. Quando há queda dos níveis de serotonina (substância libertada nas terminações das células nervosas), a pessoa torna-se mais deprimida, irritada, agressiva e com vontade de comer doces. Na mulher, essa queda começa a ocorrer por volta do décimo quinto dia do ciclo menstrual, e vai aumentando progressivamente até atingir o seu ápice 24 horas antes do início da menstruação. 
3. Alterações hormonais: a produção de progesterona não só provoca muitos sintomas físicos, como diminui os níveis de serotonina, acentuando a depressão e a irritabilidade. A queda dos níveis de estrogênio provoca a tão temida dor de cabeça. Verifica-se o aumento na produção de prostaglandinas (substâncias que, quando produzidas em grande quantidade, podem provocar dor e inchaço) durante o período pré-menstrual.
4. Fatores externos como o stresse, medicamentos, ou determinadas infeções provocadas por vírus ou bactérias, interferem nos sistemas nervoso, imunológico e endócrino e desencadeiam os sintomas da TPM.

Mas não se desespere, há maneiras de controlar e/ou amenizar a TPM, veja as dicas abaixo: 

Alimentos que melhoram a TPM
missing image fileÓleo de canola, semente de linhaça, azeite, castanhas e nozes.
Ómega 3
Anti-inflamatórios, maior fluidez do sangue, melhoram a circulação.
missing image fileCereais integrais: aveia, arroz, trigo e leguminosas (soja, ervilhas, feijões).
Magnésio
Aumentam os níveis de serotonina, melhoram a função intestinal, agem em sinergia com o cálcio.
missing image fileCereais integrais.
Vitamina B6
Aumentam os níveis de serotonina, diminuem a depressão e a ansiedade.
missing image fileVegetais verdes escuros (brócolos, espinafre, couve).
Cálcio
Diminuem as cólicas, agem em sinergia com o metabolismo.
missing image fileFrutas oleaginosas, castanhas, nozes, sementes de girassol.
Selénio
Melhoram o humor, a depressão,
a irritação e a ansiedade.
missing image fileSoja e derivados: tofu, leite, proteína texturizada, etc..
Isoflavona
Efeito similar ao do estrogénio: modulando os seus níveis, há melhoras na fadiga, na libido e na vitalidade.
missing image fileLeite fermentado, iogurte, aveia, fibras alimentares.
Pré e probióticos
Proporcionam uma simbiose intestinal, flora mais saudável, facilitando a utilização do estrogénio e a regularidade intestinal.
missing image fileBanana, maçã, tangerina, uva, abóbora, batata, grãos integrais, nozes e castanhas.
Zinco
Aumentam a função estrogénica, necessária para funções ovarianas e das glândulas adrenais.
missing image fileFrutas cítricas, vegetais alaranjados (cenoura, abóbora) e frutas oleaginosas.
Vitaminas C, A e E
Melhoram a função ovárica e a síntese hormonal, a circulação e a pele.
missing image fileÁgua, chás (exceto chás mate, preto, verde).
Diminuem a retenção hídrica.
missing image fileChás de camomila e cidreira.
Substâncias bioativas
Diminuem as cólicas, relaxam a musculatura do trato gastrointestinal.
missing image fileMelão, erva-doce, salsa, banana, laranja, couve e espinafre.
Potássio
Diminuem a retenção hídrica e melhoram a circulação.
missing image fileBeringela, tomate, cerejas, melancia, uvas, etc..
Bioflavonoides: antocianinas, rutina, quercitina, resveratrol
Diminuem o stresse e melhoram
a circulação.


Hábitos Antitensão
Além dos alimentos cujo consumo é recomendado em casos de nervosismo, existem hábitos saudáveis que podem ajudar a combatê-lo:
• Tomar um bom café-da-manhã para evitar a hipoglicemia (baixa taxa de açúcar no sangue), que geralmente ocorre na metade da manhã e gera nervosismo e irritabilidade.
• Comer devagar, mastigar bem os alimentos.
• Não beber durante as refeições, só uma hora depois. 
• Comer a intervalos regulares (de 3 em 3 horas), para evitar quedas bruscas no nível de glicose no sangue.
• Dormir regular e suficientemente.
• Praticar desportos, especialmente corrida ou caminhada.
• Fracionamento adequado da alimentação.

missing image fileAlimentos que devem ser evitados
• Estimulantes de SNC: alimentos que contêm cafeína: café, chocolate, refrigerantes, bebidas alcoólicas.
• Alimentos ricos em gorduras.
• Alimentos que aumentam a retenção hídrica: sal, industrializados, enchidos, fumados, ricos em hidratos de carbono refinados e com altas concentrações de açúcares.
Outros tratamentos de acordo com o sintoma apresentado
• Prefira alimentos e suplementos que contenham vitaminas B6 e E.
• Calmantes que podem ser naturais (à base de chás) ou comprados com receita médica especial.
• Antidepressivos: substâncias utilizadas para diminuir a depressão. Sempre com indicação médica.
• Analgésicos: remédios utilizados para diminuir a dor.
• A psicoterapia é um importante auxiliar do tratamento.

Tratamentos 
Existem vários tratamentos para a TPM, começando pela boa alimentação. A escolha depende do tipo e da intensidade dos sintomas que a paciente sentir. Um especialista poderá avaliar caso a caso.
Como a TPM não é uma doença, o seu tratamento pode melhorar muito a qualidade de vida da mulher e daqueles que convivem com ela. Mas, lembre-se: ninguém deve ter a síndrome como justificativa para atitudes malcriadas ou agressivas. Sempre que a mulher cometer um ato assim, deverá desculpar-se, e, se não conseguir evitar os sintomas com as medidas acima descritas, convém procurar tratamento especializado.
O tratamento da TPM deve ser feito sempre que os sintomas estiverem a interferir no desempenho profissional, social e familiar. No mais, algumas sugestões podem ajudar bastante as mulheres que sofrem da síndrome. Segundo as ginecologistas, também é possível prevenir a TPM com o uso de medicamentos (contracetivos orais) diariamente. É importante lembrar que a TPM é acentuada em situações de stresse. Então, elimine esse fator para poder reduzir a intensidade da síndrome.


Lembre-se: a TPM passa com a menstruação, mas tudo o que for feito, dito ou ingerido nesses dias, permanece.

Fonte: Revista Saúde e Lar - Adaptado.

O mal de Steve Jobs: Câncer de Pâncreas.


O câncer de pâncreas é um crescimento anormal e desordenado das células desse órgão, que pode ser benigno ou maligno. Dentre os vários  tipos existentes, 90% dos casos são malignos, e responsável por aproximadamente 4% das mortes por câncer no Brasil.
Nos Estados Unidos, cerca de 26 mil pessoas são diagnosticadas com o distúrbio. Mesmo naquele país, a taxa de mortalidade é alta, por se tratar de um tumor de difícil diagnóstico e extremamente agressivo. Um dos fatores que dificultam sua detecção é a localização do pâncreas, que situa-se na cavidade mais profunda do abdome, atrás de outros órgãos.

O pâncreas divide-se em três partes: cabeça, corpo e cauda, sendo que o tumor pode ocorrer em qualquer uma delas, com maior incidência na região da cabeça. Predominantemente no sexo masculino, raramente aparece em pessoas com menos de 30 anos de idade, sendo mais comum a partir dos 60. 
De acordo com dados da União Internacional Contra o Câncer (UICC), com o avançar da idade, há um aumento de 10 casos em cada 100 mil pessoas de 40 a 50 anos, para 116 casos em cada 100 mil idosos de 80 a 85 anos.
Situado atrás do estômago, entre o duodeno e o baço, o pâncreas é uma glândula do aparelho digestivo e endócrino, responsável pela produção de enzimas que atuam na digestão dos alimentos, como o suco pancreático. O órgão também produz importantes hormônios endócrinos, como o glucagon e a insulina, que são responsáveis pelo controle do nível de açúcar no sangue. Presente em vários animais, nos humanos ele mede de 15 a 25 cm.


COMO SE ADQUIRE?  
Dentre os vários fatores que podem aumentar as chances de uma pessoa vir a desenvolver a doença destacam-se: o tabagismo – que aumenta as chances de aparecer o distúrbio em três vezes ou mais, de acordo com a quantidade e do tempo do vício –, o consumo excessivo de alimentos gordurosos, carnes e a ingestão de bebidas alcoólicas.
Pessoas que manipulam compostos químicos durante longo tempo, como solventes e derivados de petróleo, também correm perigo. Contribuem ainda para o surgimento desse câncer doenças como o diabetes e a pancreatite crônica, além de procedimentos cirúrgicos para úlcera no estômago ou duodeno e retirada da vesícula biliar.


SINAIS, SINTOMAS E DIAGNÓSTICO
Normalmente, a doença é assintomática no início e, quando surgem os primeiros sinais e sintomas, ela pode já estar em um estágio muito avançado. Conforme o  câncer se desenvolve, as funções do órgão diminuem e, dependendo da  região onde estiver localizado, é possível que a pessoa sinta fraqueza, diarreia e tontura. Perda de apetite e anorexia também são frequentes e contribuem para a redução na ingestão de alimentos calóricos, o que provoca perda de peso e desnutrição.
Quando o tumor cresce na cabeça do pâncreas, pode haver obstrução do sistema biliar e, consequentemente, a icterícia, que deixa a pele e os olhos amarelados. 
À medida que a moléstia se desenvolve, surgem as dores, que intensificam-se com a evolução do problema e, comumente, atingem as costas. A perda de função do órgão passa a ser aparente com a diminuição da produção dos hormônios, o que pode ocasionar o aumento do nível de glicose no sangue, causado pela deficiência na produção de insulina.
Após o relato dos sintomas, são feitos exames de laboratório, como de sangue, fezes e urina. Posteriormente, são solicitados exames de imagem, como tomografia computadorizada do abdome, ultrassonografia abdominal, ressonância nuclear de vias biliares e da região do pâncreas e, por último, a biópsia do tecido.



TRATAMENTO
Na maioria dos casos ocorre um diagnóstico tardio e o tumor já está em fase avançada, o que é muito prejudicial. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), as terapias empregadas nesses pacientes visam aumentar a sobrevida, mas não conseguem a cura, cujas chances são maiores quando o problema é detectado em fase inicial.
Nos casos com indicação cirúrgica, é feita uma ressecção (retirada de um órgão em percentagem variável, normalmente em procedimentos cirúrgicos), dependendo do estágio do tumor, mas a cura cirúrgica ocorre em percentual inexpressivo dos casos. A radioterapia e a quimioterapia, associadas ou não, podem ser utilizadas para a redução do tumor e alívio dos sintomas. 
Na maioria dos pacientes, o foco do tratamento são os sintomas, para lhes proporcionar melhor qualidade de vida. Nesses casos, é feito o controle de sintomas, como a anorexia (para evitar a perda de peso), a dor abdominal e a icterícia, além das consequências digestivas da cirurgia pancreática.
Quando o câncer causa uma obstrução do trato intestinal, os pacientes podem se beneficiar de nutrição enteral (uso de sondas) ou parenteral (injetada nas veias). De acordo com a fase da doença, ela pode causar dor abdominal, que deve ser controlada, primeiramente, com a administração oral de analgésicos não narcóticos e, quando necessário, analgésicos opióides potentes como a morfina. O tratamento específico e paliativo para minimizar a dor é o que bloqueia o plexo celíaco, que é o conjunto de nervos que conduz os estímulos dolorosos para o cérebro.

PREVENÇÃO
A prevenção é feita com a adoção de alguns hábitos, como evitar o tabagismo e a ingestão excessiva de bebidas alcoólicas, além de manter uma dieta balanceada, rica em fibras, com frutas e vegetais.
Segundo o Inca, indivíduos submetidos a cirurgias de úlcera no estômago ou duodeno, ou que sofreram retirada da vesícula biliar, e ainda aqueles que têm pancreatite crônica ou diabete devem fazer exames periódicos para que haja, se for o caso, uma detecção precoce, o que aumenta muito a eficiência do tratamento.


Fonte: Revista Medicando - Adaptado. 



A vida é de Agradecimentos'

"Saiba agradecer a tudo que lhe é concedido, pois não há dádiva que não se mereça e não há sofrimento que não ensine." 
 Iedda Carolina.





Dificuldades a Seu Favor


Quantas vezes já pensamos em desistir frente a uma dificuldade?
Quantas vezes nos julgamos incapazes de vencer ou de resolver determinado problema?

São em momentos como estes que percebemos a diferença entre pessoas fortes e fracas.
As fracas pensam em desistir e simplesmente desistem, entregam-se aos problemas e tudo fica por isso mesmo. Os fortes não! 

Os fortes arquitetam, planejam maneiras e alternativas de darem a volta por cima, de encontrarem soluções começando por um ponto de vista muito simples: as dificuldades existem para testar nossa capacidade de superá-la, para nos deixar mais fortes, para nos ensinar lições de vida, enfim, para nos tornar pessoas maduras e experientes.
Por isso, em vez de ver a dificuldade como vingança, agouro, azar ou abandono de Deus, perceba os pontos positivos que as dificuldades podem te proporcionar e saiba utilizá-la a seu favor, crescendo a cada problema superado, amadurecendo a cada tentativa e colecionando vitórias a cada obstáculo vencido!

(Iedda Carolina)

Você pode!!!   Acredite !! =D

Escolhi este vídeo especialmente para você: 



10 Coisas sobre Atividade Física

1 - A prática de exercícios, de intensidade moderada, durante meia hora por dia é suficiente para que o cidadão deixe de ser sedentário. Estes trinta minutos podem ser contínuos ou divididos em três períodos de 10 minutos cada.
2 - Quando se fala em exercícios, o mais importante é que você pratique alguma atividade que se adapte ao seu estilo de vida e que seja do seu agrado. Caso contrário, são muitas as chances de interrupções e insatisfações.
3 - Pequenas modificações no hábito diário – como subir escadas, saltar do ônibus um ponto antes, passear com cachorro, varrer, cuidar do jardim, lavar o carro, etc. – podem ajudá-lo a movimentar mais e servir como um estímulo para o início de uma atividade física diária.
4 - Os efeitos benéficos da atividade física ocorrem para as pessoas que se exercitam com regularidade, as quais podem ter um risco menor de desenvolver diabetes e outras doenças metabólicas do que os sedentários.
5 - De acordo com o United States Departament of Health and Human Services, é importante os adultos pratiquem duas horas de atividades anaeróbicas (musculação localizada), por semana, além dos 30 minutos de caminhada intensa por dia. Nos casos de pessoas com diabetes, hipertensão, obesidade e pessoas com problemas no metabolismo ósseo, por exemplo, é preciso ter um cuidado especial na escolha dos exercícios a praticar. Nestes casos, é imprescindível o acompanhamento de um profissional.
6- 1 minuto de atividade física intensa é compatível com 2 minutos de atividade moderada. Caminhada em ritmo acelerado, hidroginástica, passeio de bicicleta e jogo de tênis em dupla são alguns dos exemplos para atividade moderada. Já a corrida, a natação, o basquete e a corrida de bicicleta são consideradas intensas.
7- Durante a prática de um exercício físico é possível que haja uma redução na taxa de glicose da pessoa. O indicado, principalmente para pessoas com diabetes, é que carreguem consigo algum tipo de carboidrato de rápida absorção.
8 - As atividades físicas melhoram a sensação de bem-estar, diminuem a ansiedade e a probabilidade de depressão, por liberarem a serotonina (hormônio conhecido como “molécula da felicidade”).
9 - Dentre os benefícios da prática de exercícios estão: a melhora do humor, a perda de gordura (emagrecimento), o enrijecimento dos músculos, a melhora da imunidade e o retardo dos efeitos do envelhecimento.
10 - Até o ano de 2010, o objetivo do Ministério da Saúde é reduzir de 29% para 24% o percentual da população brasileira considerada sedentária. Para isso, criou a campanha “Eu sou do time que se movimenta pela saúde”. Que tal aproveitar a campanha nacional e iniciar a sua atividade?
Lembre-se: beba muita água durante as práticas das atividades para compensar a perda de líquido pelo organismo.
Deixe de lado o controle remoto, levante do sofá e mexa-se !!

Fonte: Revista Medicando - Adaptado


Dicas de Emagrecimento: Perder peso não precisa de milagres !

Uma dieta de emagrecimento depende essencialmente da força de vontade, mudanças na alimentação, hábitos de vida diários e controle da ansiedade.
Quando se deseja emagrecer, todos procuram uma forma fácil, rápida e definitiva. Mas, milagres destes não acontecem. Sempre que optar por seguir uma dieta, pense em primeiro lugar nos benefícios para a sua saúde e em manter uma alimentação equilibrada. O seu médico pode encaminhá-lo para uma dietista ou outro profissional de saúde. Trace as metas a atingir progressivamente e não exagere. Se tiver uma recaída, não desanime, ganhe forças para ultrapassar e não voltar a acontecer.
Pequenas mudanças / Grandes diferenças
O mais difícil e fundamental numa dieta é a mudança e manutenção de hábitos alimentares. Para conseguir, você deverá:
- Consultar um especialista para lhe fornecer uma dieta de acordo com a sua idade, peso e estatura. Não entre em dietas malucas por aí, somente um profissional saberá te indicar uma dieta compatível com o seu perfil. 
- Reduzir a quantidade de comida. Coma devagar e mastigue bem a comida, para o cérebro receber a informação de saciedade e a digestão ficar mais facilitada, além de evitar problemas como azias e má digestão.
- Coma em todas as refeições, principalmente no almoço. Se pular uma refeição, não ocorrerá emagrecimento. Ao contrário do que muitos pensam, é necessário comer para emagrecer, por isso coma moderadamente todas as refeições.
- No lanche, procure trocar os doces e tortas por cereais e leite magro, ou pão integral com queijo fresco, queijo , barras de cereais ou bolachas integrais. Escolha alimentos integrais, que facilitem a digestão. Em troca, o seu intestino também funcionará melhor.
- Optar por alimentos com menos gordura, como os light, diet ou magros. Abuse dos vegetais e evite os alimentos pré-cozinhados, ultracongelados.  Prefira alimentos os frescos e naturais.
- Pode comer carne e peixe. Prefira as carnes brancas porque têm menos gordura (peru, frango). Evite fritos, opte por grelhar, assar ou cozer. Não se esqueça que o peixe é rico em ômega 3, que fornece bastantes benefícios para a saúde e para o coração.
- Reduzir os alimentos com muito açúcar, principalmente os industrializados.
- Reduzir gradualmente o consumo de açúcar e sal. Cuidado com a diabetes e com a hipertensão.
- Evite álcool, porque possui muitas calorias. Dê preferência à água e chás, pois é mais saudável e não engorda. Tome bastante água e sucos naturais, pois além de favorecer a queima de gorduras, hidrata o corpo e a pele.
- Faça exercícios físicos para queimar calorias e manter sua cabeça ocupada. O sedentarismo além de dificultar a perda de peso também favorece o surgimento de várias doenças relacionadas ao sistema circulatório.
- Controlar a fome por motivos emocionais, como a tristeza, ira ou euforia. Tente reconhecer a vontade de comer só quando tiver fome. 
- Pese-se apenas uma vez por semana ou de 15 em 15 dias para não perder a motivação, e congratule-se com cada vitória. Você é capaz!!! 
Nos primeiros meses será difícil, mas quando se tornar um hábito você terá uma alimentação que ajuda a emagrecer, e com imensos benefícios para a saúde.
Fonte: Revista Medicando e Associação Brasileira de Nutrologia - ABRAN - Adaptado. 


Doença de Alzheimer


A doença de Alzheimer é a causa mais frequente de demência. O problema atinge as células nervosas do cérebro do idoso, principalmente aquelas relacionadas à memória, às funções intelectuais e ao comportamento. O distúrbio afeta mais de 5% das pessoas com idade acima de 65 anos e torna-se cada vez mais frequente à medida que a idade avança, até atingir entre 20% e 25% dos indivíduos com mais de 80 anos. 
Os primeiros sinais de Alzheimer aparecem no primeiro estágio da doença, que dura de dois a três anos. Nesse período, destacam-se a perda da capacidade de realizar tarefas rotineiras, esquecimento de fatos recentes, repetição frequente de perguntas já respondidas,  verificação constante de tarefas já executadas e alterações de humor. Entre os indivíduos que trabalham, observa-se, também, a perda do rendimento e a elaboração de textos com frases sem sentido, devido à ausência ou repetição de palavras, além da falta de uma linha de pensamento. 
Posterior e paulatinamente começam a aparecer dificuldades de linguagem (disfasia), de executar movimentos (dispraxia) e inabilidade de consertar coisas e de lidar com eletrodomésticos. Com o passar do tempo, a dispraxia começa a afetar atividades simples, como vestir-se e usar o vaso sanitário. Conforme a doença progride, os idosos se tornam, cada vez mais, dependentes de cuidados de seus familiares e cuidadores.



Progressão da Doença
Nas etapas mais avançadas, a desorientação torna-se mais evidente nos idosos portadores de Alzheimer, que começam a apresentar problemas para localizar-se, mesmo estando próximos às suas residências. Há até mesmo os que não conseguem reconhecê-las. Com a progressão da doença, a linguagem é definitivamente perdida, sendo substituída por gritos e gemidos. Também é comum, em alguns indivíduos, a repetição da última palavra ouvida (ecolalia), sendo que, embora elas sejam reconhecíveis para os interlocutores, não fazem sentido algum para o doente que as pronuncia.
Com a execução dos movimentos cada vez mais difícil,  a vida do idoso começa a fi car restrita à cadeira de rodas e ao leito. Também é comum aparecerem dificuldades para mastigar e engolir, com risco de aspiração do alimento, que pode levar a uma infecção pulmonar.
Já incapaz de se comunicar e de se alimentar, a permanência no leito facilita o desenvolvimento de infeccções respiratórias e úlceras por pressão. 



Diagnóstico
Embora a causa específica do aparecimento de Alzheimer ainda seja desconhecida, os avanços científicos em busca de tratamentos eficazes são grandes.  Nesse sentido, o diagnóstico precoce é decisivo para o tratamento que, hoje, é baseado em três pilares: melhorar a cognição, retardar a evolução e tratar os sintomas e as alterações de comportamento.
Os sintomas da doença não são facilmente reconhecidos, uma vez que, normalmente, ocorrem de maneira gradual e assemelham-se aos de outros casos de demência. Por isso, o diagnóstico preciso só pode ser feito por meio de biópsia cerebral, procedimento que, por ser invasivo, não é rotineiro, sendo realizado, normalmente, para investigar formas mais raras de degeneração cerebral. No entanto, ele viabiliza localizar e observar as possíveis alterações características da doença. 
Ainda na busca pelo diagnóstico correto, é comum a realização de exames de sangue, ressonância magnética e tomografia computadorizada, que embora sejam realizadas para descartar outros tipos de demência, ajudam no diagnóstico de Alzheimer por revelar atrofia em determinadas áreas do cérebro, típicas de portadores do distúrbio.

Tratamento
Hoje, a terapia mais utilizada é por meio de medicamentos que visam obter melhora do quadro cognitivo (processo mental de percepção, memória, juízo e raciocínio) e funcional do portadores da doença, resultados obtidos em cerca de 30% dos pacientes submetidos a esse tratamento. Alguns especialistas defendem que a essa medicação seja ministrada tão logo sejam identificados os primeiros sintomas, como forma de tentar retardar o curso natural da enfermidade.
Conforme avançam as pesquisas sobre a doença, novas drogas têm sido estudadas e desenvolvidas, com o intuito de impedir a formação de lesões em áreas cerebrais que desencadeariam o problema e, ao mesmo tempo, impedir sua instalação e evolução, podendo retardar e até evitá-la.


Não tenha preconceito, Cuide com Amor!



Fonte: Revista Medicando - 6ed.



Fitoterápicos e Fitoterapia: Características e Potencialidades

Esses medicamentos, produzidos a partir de extratos padronizados de plantas medicinais, vêm sendo utilizados no tratamento de diversas doenças, como ansiedade, depressão, aumento do colesterol e triglicerídeos, diabetes, obesidade, aumento benigno da próstata e muitos outros, com redução dos efeitos colaterais e adversos, melhora do funcionamento do organismo sem causar dependência ao usuário. 


O que são medicamentos fitoterápicos?
 São medicamentos produzidos com extratos vegetais de partes de plantas, sem isolamento dos princípios ativos, ou seja, utilizando a totalidade das substâncias encontradas na parte da planta adequada, tambem chamada de fitocomplexo. 

Quais problemas de saúde jásão tratados com fitoterapia no Brasil?
Diversas doenças já têm tratamento pela fitoterapia. Além das mencionadas acima, ainda podemos citar outras como insônia, dispepsias, Síndrome do Intestino Irritável, Tensão Pré-Menstrual (TPM), artrites e artroses, alergias e imunodeficiência, além de tratamento coadjuvante em algumas patologias de difícil tratamento como o câncer e a AIDS.

Quais os benefícios dos fitoterápicos e da fitoterapia para os pacientes?
Os maiores benefícios estão relacionados à baixa incidência de efeitos colaterais e adversos, associados aos fitoterápicos. Este tipo de medicamento regula e estimula sistemas e funções orgânicas, além de melhorar a performance do organismo, praticamente sem causar tolerância e dependência. 
Já os medicamentos convencionais (alopáticos), são mais eficazes no combate a microorganismos e outros agentes externos e na inibição de sinais e sintomas. 
Em diversas situações clínicas pode-se associar fitoterápicos e alopáticos no sentido de aumentar a efi cácia dos tratamentos convencionais e/ou reduzir a toxicidade causada pelos medicamentos alopáticos. Esta combinação dos dois tipos de medicamentos atua, simultaneamente, a favor do organismo e contra a doença, como nos casos de câncer, AIDS e tuberculose, por exemplo, aumentando a eficácia e reduzindo os efeitos adversos dos medicamentos convencionais.

Onde posso encontrar os medicamentos fitoterápicos e quais os cuidados que devo ter ao adquirir estes produtos?
Os medicamentos fitoterápicos podem ser encontrados nas farmácias e drogarias e, os extratos, nas farmácias de manipulação. 
No caso dos medicamentos fitoterápicos vendidos em farmácias e drogarias, devemos observar o número de registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), impresso na embalagem. Este registro sempre vem acompanhado da sigla do Ministério da Saúde (MS), seguido de uma numeração. Já os produtos manipulados, devem ser adquiridos em farmácias de manipulação especializadas e prescritos por profissionais habilitados.
Evite a compra de fitoterápicos em sites pela internet, podem ser produtos fraudados e sem o devido controle de qualidade.

Evite também a automedicação, mesmo com fitoterápicos, porque qualquer tratamento deve ser precedido de uma adequada avaliação do paciente e seu quadro clínico, e a partir de um correto diagnóstico.


Converse com seu Médico !

Fonte: Revista Medicando - 1ed